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terça-feira, 2 de março de 2021

Mochila perfeita para o pescador!!!

Dias atrás, comprei um item muito interessante e funcional para minhas pescarias, principalmente quando faço deslocamentos à pé ou bicicleta: uma mochila pescador Costa e Mar, comprada pelo Mercado Livre. O custo benefício vale cada centavo, pois seguramente voce leva algumas varas bolsos laterais, o compartimento principal leva tranquilamente vários ítens importantes, no meu caso: um pedaço de lona, algum cordame, capa de chuva, caixa com materiais de pesca, suportes de vara, canivete. Bem acomodado ainda, cabe samburá, iscas e ceva. Há um bolso menor atrás que serve para objetos menores. Baita aquisição.

segunda-feira, 1 de março de 2021

Uma nova arma pra pescar tilápias!!! Massa do Japa Pesca.

Pescar tilápias vem sendo uma modalidade qual tenho me dedicado muito, lendo e, principalmente vendo muitos vídeos relacionado ao assunto. Pescar em pesqueiros/ pesque e pagues tem sido uma opção legal. Por isso, comprei uma das massas, que pelos vídeos do canal Japa Pesca, tem muito potencial e acredito que será promissora. Recomendo a quem quiser saber um pouco mais sobre a pescaria de tilápias, apreciar o conteúdo do canal do Japa Pesca, pois há muitas dicas interessantes lá. A massa escolhida é a de panetone. Em breve, trago minhas considerações sobre esta massa. E-book para pesca de tilápias em represas e pesqueiros: https://go.hotmart.com/X76209757U

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

O dia que as gigantes levaram a melhor no pague e pesque!!!

Dia 09/01/2021: uma pescaria, acompanhado pelo meu sobrinho, que foi marcante!!! Novamente testando as técnicas e o sistema de boia sem chumbada e massa três sabores no Pesque e Pague Raio de Sol, em Colombo. Como sempre, quem começou a dar as caras, foram os acarás. Dessa vez, iria levar todos os peixes pra meus familiares que curtem comer os acarás. Neste dia, fui surpreendido pelas ações das tilápias, muito brutais. Na primeira ação, ao fisgar, briguei intensamente e pá, linha estourou... fiquei acompanhando a boia zanzando no tanque, tentei recuperá-la com um molinete, mas sem sucesso. Troquei a linha e em seguida, mais uma ação: briga bruta e dessa vez, a bruta levou a ponteira da minha vara!!! Tentei recuperar, também sem sucesso. Nisso, já tava pensando em desistir. Tralhei outra vara e linha na água. Terceira ação e mais uma vez, a linha estourou novamente, só que agora, tinha acabado de encordar uma vara de 4 metros e consegui engatar a linha que estava sendo arrastada pela brutona, um pedaço de 2 metros, totalizando 10 metros de cabo de guerra com a bichona, que bateu uns 2 kg e pouco. Subi barranco acima e meu sobrinho me ajudou e ensacamos a bitela. Pouco tempo depois, fisguei mais uma tilápia. Mais uns instantes, meu sobrinho agarrou uma das linhas estouradas e tinha outra bruta engatada, mas até eu chegar com o passaguá, estourou o anzol. Seguimos com acarás e tilápias pequenas e mais uma vez levei atraso com uma gigantona, que levou meu anzol embora. Logo em seguida, outra daquelas brigas, pensei que ia perder o duelo, mas venci e puxei outra brutona e pra minha surpresa, era uma das que tinham estourado minha linha. Aí, após esta briga, me dei conta de um erro que sempre vigiei pra não cometer: dar ponta de vara!!! Pois quando me dava conta que era bicho grande eu me descabelava e não deixava a vara trabalhar. Aí, no fim, selecionamos os acarás maiores e as tilápias e finalizamos a pescaria, e que pescaria!!! E-book para pesca de tilápias em represas e pesqueiros: https://go.hotmart.com/X76209757U

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Mais uma tarde no pague pesque, em 06/01/2021!!!

Passei a tarde, testando a técnica com varinhas lisas, montadas com boia e sem chumbada, testando a melhor liga da massa com tres sabores. Fora os vários acarás, fui bem sucedido com tilápias de bom tamanho. Até levei algumas minhocas, mas valeria a pena se eu tivesse levado um molinete. Um detalhe que é bom ressaltar, é a maneira do preparo da massa: numa vasilha, misturo as três massas, proporcionalmente e, ainda secas eu as misturo. Acrescento água do tanque aos poucos e misturo com as pontas dos dedos, onde o ponto fica como o de uma farofa úmida. Não faço um bolo com a massa e sim, mantenho a mistura em forma de "farofa", fazendo as bolinhas para iscar a cada vez que vou jogar a isca na água. E-book para pesca de tilápias em represas e pesqueiros: https://go.hotmart.com/X76209757U

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Uma excelente pescaria de acarás e tilápias selvagens nas cavas em Pinhais!!!

Um dia nublado, garoa a todo momento. Escolhi voltar mais uma vez às cavas em Pinhais, ao lado do Parque das Águas. Caminhei por uns 500 metros pela estrada Ecologica em busca de algum ponto. Ao achar um ponto que seria ideal, percebi que tinha pescadores e continuei minha busca e encontrei um ponto que me gerou dúvidas se seria o ideal, pois aparentemente não tinha indícios de pescaria recente. Olhei a beira da água e percebi que era um poço profundo. Me instalei, levei uma quantidade razoável de equipamentos: minha mochila da Marine Sports, qual substituí a cadeira por uma banqueta, nela trouxe uma corda de varal, água, alimento, ferramenta multi-funções e um saco de lixo. Levei meu porta-varas com três varas telescópicas, sendo uma preparada pra tilápias, e um conjunto ultralight, meu Jimny da Marine Sports. Como iscas, minhoca (essa nunca mais vai faltar nas minhas pescarias), bicho da laranja e milho verde. A ceva, desta vez eu simplifiquei: misturei quirera e farinha de rosca, molhei com um pouco de água do local e fiz algumas bolotas e joguei nos locais onde ia lançar as iscas. De fato, fui bem despretensioso pois o dia não parecia dos melhores e era o último dia de lua minguante (boa pra pesca). Acertei a mão!!! Equipamentos, iscas e ceva renderam a MELHOR PESCARIA DE TILÁPIAS NATIVAS!!! Finalmente, depois de estudar técnicas, dicas e algumas tentativas frustradas, fui surpreendido por uma pescaria fantástica. Fora as tilápias, o destaque foram os belíssimos e grandes acarás que capturei, sendo o maior peixe dia, um chinélão. A pescaria começou com um acará grande no bichinho. A varinha que mais trabalhou, foi uma “xing ling” de 2,7 metros que já possuo mais de 9 anos e nela, capturei a minha primeira tilápia de palmo, tambem no bichinho. A “tilapera” passou a maior parte do tempo, iscada com milho, várias ações e eu perdia, pois ainda não me acostumei a pescar sem flutuador. A garoa ia e voltava, num certo ponto virou chuva e, aprontei uma cobertura improvisada com corda de varal e o saco de lixo, vesti a capa de chuva e fiquei confortável, abrigado e seco, assim como meus equipamentos. A varinha véia ia me enchendo de alegria e tirei mais algumas tilápias de palmo e algumas pequenas. De repente, olhei a linha da tilapera e percebi a carregada, fisguei e consegui uma excelente tilápia no milho. A tilapera voltou a funcionar com bichinho e rendeu mais uma bocuda. Não tive ações no molinete. Outro fato interessante, foi a minhoca que quase não rendeu, porém, foi com ela que capturei o troféu do dia. Mais um fato, os lambaris pouco apareceram, fisguei quatro, mas de tamanho impressionante, sendo que um foi pego pelo rabo. Como optei pelo uso de anzóis pequenos, a taxa de capturas foi grande, mas, por três vezes meu coração acelerou: na primeira, fisquei e senti o peso, o peixe escapou e quando fui conferir, o anzol quebrou. Na segunda, com a varinha, o peixe fisgou e a briga terminou com o anzol pulando numa estilingada. A terceira,, mais uma vez após a fisgada, a briga e a fuga, conferi o anzol e o mesmo abriu. Pelo tipo da puxada, creio que se tratava de grandes tilápias, mas provavelmente só vou poder comprovar na próxima temporada de tilápias, já que esta praticamente acabou. Fui na simplicidade,, quase que desacreditado, mas o mínimo de conhecimento e um pouco de preparo, além do ponto e o dia, posso afirmar que consegui uma pescaria perfeita. Momentos na natureza, um pouco de conforto e uma cerveja gelada, que o sabor se destaca em momentos assim, faz cada minuto valer a pena.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pescaria em 26/09/2015: Rio Palmital&Afluente, poucos peixes, com grande surpresa!!!

Boa noite. Anteriormente, postei o vídeo da pescaria, mas como a mesma ocorreu no fim do dia e, a luminosidade não achou, vou narrar o que aconteceu nesta EXCELENTE pescaria. Bom, todo mês de setembro, especialmente no fim deste mês, costumo realizar grande pescarias no afluente do Palmital, principalmente no fim do inverno. Desta vez, foi um pouco diferente, pois a pescaria foi no primeiro fim de semana da primavera. Devido ao fenômeno climático "El Niño", a previsão para os próximos meses, até o fim do ano, é de chuva acima do normal, portanto, as pescarias de fim de tarde deverão ser comuns, em especial, atrás dos bagres. No fim da tarde deste sábado, após a chuva dar uma boa trégua, rumei para o afluente que sempre pesco. Como sempre, com minha mochila, varinhas lisas, sistema bóia-chumbo-anzol e minhoca, lancei a isca na água, que estava com um cenário diferente, a porção que vem do meu bairro, estava clara e a parte que vem do São Dimas, bem turva, barrenta mesmo. Tive três ações e capturei dois belos Jundiá, sendo que o primeiro, um monstro com cerca de 30 CM, digo monstro com relação ao tamanho do córrego, que é muito pequeno. Como a pescaria parecia que não ia dar em mais nada, fui para o Rio Palmital, onde capturei na caída, um belíssimo lambari (bocudo) e alguns lambarizinho, de uma espécie diferente (com a boca voltada pra baixo, tipo a da tainha), bem pequenos e esguios, parecendo o "canivete". Umas pancadas no molinete que estava armado, mas sem sucesso. Decidi retornar a uma ponte, onde fiquei embaixo da mesma, podendo observar que a água estava bem turva, nível acima do normal e com correnteza bem tranquila, devido ao poço que formara. Tão logo lancei a isca, a bóia começou a se movimentar e fisguei: "VEEEEENHAAAA!!!...". Ao ver o peixe saindo da água, no primeiro momento, achei que estava capturando um Jacundá, mas notei que ele era mais esguio: uma espécie de bagre que, depois de algumas pesquisas, constatei se tratar do tal Cambeva (fica aberto, caso alguem conheça, informar o nome correto). O peixe é pequeno de 12 a 15 cm, cabeça pequena, pequenos barbilhões, um desenho rajado ao logo do corpo, parece que há ferrões próximos às guelras, liso e não pára quieto, o que dificultou uma posição para uma foto bem nítida. Houve tempo de capturar um bom lambari-rabo-vermelho que riscou a água. Como escureceu, e um destes cambevas engoliu o anzol, dei por encerrada a aventura. A conclusão que tirei: definitivamente, a melhor pescaria realizada no local, não pela quantidade de peixes, mas sim pelo fato de fisgar quatro espécies diferente (jundiá, duas de lambari e cambeva), pois capturei uma espécie que nunca vi e sequer imagina ocorrer nesta região. Levou a crer que a natureza tem chances, basta que possamos dar a ela, uma folga pra que se realize o trabalho e esperar que novas surpresas como o Cambeva, voltem a ser comuns. Caminhei de volta pra minha casa, super empolgado e imaginando: como esta bacia do Iguaçu é rica!!! Quantas espécies de peixes podem ser encontradas ao longo do Palmital, Atuba e Iraí, Canguiri, Timbú, Curralinho, Miringuava, Pequeno, Ferraria e seus inúmeros córregos. Pela minha região, capturei Lambaris (várias espécies), Acarás, Bagres, Jundiás, Guascas, Caborjas, Saicangas, Traíras e agora o Cambeva, fora a tilápia, carpa. Espero que a próxima, possa ser repleta de peixes e surpresas boas.

domingo, 20 de setembro de 2015

Vídeo Pescaria nas Cavas em Pinhais-PR do dia 13/09/2015!!!

Boa noite, pra mostrar da melhor maneira, a pescaria realizada no dia 13 de setembro, segue o link do vídeo feito (ou mal feito). É o segundo vídeo do blog, bem fraquinho em relação à qualidade, mas como o importante é pescar, espero que curtam: (https://youtu.be/REmfzG_VEGw) É só copiar o link e jogar na barra de endereços do navegador... Abraço!!!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Vídeo Pescaria de Jundiás e Lambaris no afluente do Palmital, em 08/09/2015!!! Colombo - PR

Boa noite!!! Setembro começou e, além de significar o término do inverno, começam a surgir mais oportunidades para pescar. De fato, a primeira chance apareceu no dia 08/09/2015, depois de aguardar ansioso a passagem ou pelo menos a pausa nas chuvas que caíram durante o feriadão. Não consegui converter a ida para um local mais promissor, porém, sempre sobra tempo de fazer uma visita no afluente do Palmital. Aproveitei e tentei gravar e montar um vídeo, claro que por ser bem amador, serve pra quebrar um galho. O vídeo não mostra as ações propriamente ditas, mas mostra as capturas propriamente ditas, deveria chegado mais cedo, pois foi uma pescaria curta. As ações dos bagres (alvo) no início foram poucas, os lambarizões saltadores deram o ar da graça, da espécie "Bocudo". No literalmente "apagar dos holofotes", consegui capturar um bom jundiá e perdi um baguá (provavelmente o troféu que perdi noutra hora). Espero que consigam acessar o link (Youtube) e apreciem esta nova experiência que quero compartilhar com quem curte pescaria e acompanha este blog. Abraço!!! Usem o link a seguir: https://youtu.be/8x4O158ePmg

domingo, 7 de junho de 2015

A Relojoaria do Rio Irai, em Pinhais!!!

Boa noite!!! Ontem, 06/06/2015, retomei a "lapidação" das técnicas de pesca do lambari. Apesar de estarmos entrando no período de frio, o dia estava convidativo a uma boa pescaria: céu azul, temperatura agradável. Parti rumo às Cavas em Pinhais. Novamente, enxuguei a tralha: varinha Piabinha, um conjunto de molinete micro, quirera, como isca levei sagu (vermelho) e minhoca (puladeira). A pesca foi todo esportiva, com todo o cuidado, devolvi todos os peixes. A pescaria não foi das mais produtivas, desta vez, decidi explorar as áreas mais abertas e nisso, um dos problemas que comprometeu praticamente a pescaria toda, o vento!!! Digo um dos problemas, pois o outro, que chega até a ser animador, a quantidade de "chaveirinhos", muitos lambarizinhos que fizeram a limpa e me deixavam perplexo, mas positivamente, pois significa que os lambaris se reproduzem e tem resistido à pressão da pesca neste local que, pra variar, sofre tambem com o lixo. Sempre estava mudando de ponto, a fim de me abrigar um pouco do vento e nisso, a única captura efetiva foi de um acará pequeno. Pensei em recolher a tralha e decidi tentar algo no rio Iraí, se soubesse teria ido mais cedo. Antes de chegar na ponte, observei uma "pinguela", uma ponte improvisada que adentrava na mata, onde me deparei com um cenário "pantaneiro": muita vegetação na água e muita movimentação de peixes, acredito ser de traíras. As minhocas foram a escolha, dado o potencial e a possibilidade de capturar outras espécies. Não deu outra, a intenção de ir atrás dos lambaris foi levada ao pé da letra, muita ação e capturas de vários lambaris-relógio, pequenos, mas valentes. Escureceu rápido e depois de quase me perder, dei por encerrada a pescaria. Ali existem muitos pontos a serem explorados e, nesta pescaria, tirei mais uma lição: teimosia e insistência, são pontos fortes de um pescador, mas dada a condição, seja pela pouca ação ou condições ou eventos do tempo, tentar outras alternativas pode salvar a empreita. De fato, a ceva faz muita diferença.