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domingo, 12 de novembro de 2017

Lambaris no feriado de 02/11/2017: explorando novos pontos!!!

Simplesmente, a melhor pescaria que eu realizei no Rio Tumiri desde que comecei a pescar no local, desde 2009. Pra conseguir este feito, deixei a mania de pescar num ponto ou pesqueiro fixo. Resolvi seguir o conselho de um senhor que encontrei certa vez. Explorei ao todo, 10 pontos, alguns remansos, outros com corredeiras, galhadas... uma vara lisa (sistema boia-chumbo-anzol), algumas minhocas (este é o proximo conselho, levar mais de uma isca). Uma das vantagens de se fazer um “cross” na mata, explorando a margem de um rio, é que sempre temos que ter versatilidade para ir atrás dos peixes, em momentos calculando onde jogar a isca, em outros momentos, regulando a altura da isca, se equilibrando pra ter acesso aos melhores pontos. O resultado? O melhor possivel, pesquei durante o mesmo espaço de tempo de outras oportunidades, porém, a quantidade de capturas, foi otima: 19 peixes, sendo um cambeva!!! Lambaris dos mais diversos tamanhos e pelo menos de três espécies diferentes( bocudo, tambiú e prateado). Foi definitivamente, um divisor de águas, pois, se for pescar num único ponto, possivelmente não teria fisgado mais de dois peixes. A técnica: descobri um ponto novo, um remanso abaixo de uma cachoeirinha, onde comecei a pescaria e consegui um lambari pequeno, foram poucas ações e desci até o ponto onde sempre pesco e capturei mais um pequeno lambari. Como não houve mais ações e pra não me sentir frustrado, tentei um pouco mais rio acima e capturei mais dois bons peixinhos. A partir daí, fui tentando em outros locais e em todos conseguia fisgar peixes, além das beliscadas. Resolvi ir rio abaixo e o sucesso foi o mesmo. Em resumo, a técnica é iniciar no ponto mais alto e ir descendo o rio, mudando o pesqueiro sempre que as ações pararem, explorando locais de pouca correnteza, remansos e poços. Posso assegurar que esta foi a melhor pescaria que fiz no local até hoje. A próxima pescaria, farei desta forma e espero repetir o sucesso ou obter uma melhor performance.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pescaria em 26/09/2015: Rio Palmital&Afluente, poucos peixes, com grande surpresa!!!

Boa noite. Anteriormente, postei o vídeo da pescaria, mas como a mesma ocorreu no fim do dia e, a luminosidade não achou, vou narrar o que aconteceu nesta EXCELENTE pescaria. Bom, todo mês de setembro, especialmente no fim deste mês, costumo realizar grande pescarias no afluente do Palmital, principalmente no fim do inverno. Desta vez, foi um pouco diferente, pois a pescaria foi no primeiro fim de semana da primavera. Devido ao fenômeno climático "El Niño", a previsão para os próximos meses, até o fim do ano, é de chuva acima do normal, portanto, as pescarias de fim de tarde deverão ser comuns, em especial, atrás dos bagres. No fim da tarde deste sábado, após a chuva dar uma boa trégua, rumei para o afluente que sempre pesco. Como sempre, com minha mochila, varinhas lisas, sistema bóia-chumbo-anzol e minhoca, lancei a isca na água, que estava com um cenário diferente, a porção que vem do meu bairro, estava clara e a parte que vem do São Dimas, bem turva, barrenta mesmo. Tive três ações e capturei dois belos Jundiá, sendo que o primeiro, um monstro com cerca de 30 CM, digo monstro com relação ao tamanho do córrego, que é muito pequeno. Como a pescaria parecia que não ia dar em mais nada, fui para o Rio Palmital, onde capturei na caída, um belíssimo lambari (bocudo) e alguns lambarizinho, de uma espécie diferente (com a boca voltada pra baixo, tipo a da tainha), bem pequenos e esguios, parecendo o "canivete". Umas pancadas no molinete que estava armado, mas sem sucesso. Decidi retornar a uma ponte, onde fiquei embaixo da mesma, podendo observar que a água estava bem turva, nível acima do normal e com correnteza bem tranquila, devido ao poço que formara. Tão logo lancei a isca, a bóia começou a se movimentar e fisguei: "VEEEEENHAAAA!!!...". Ao ver o peixe saindo da água, no primeiro momento, achei que estava capturando um Jacundá, mas notei que ele era mais esguio: uma espécie de bagre que, depois de algumas pesquisas, constatei se tratar do tal Cambeva (fica aberto, caso alguem conheça, informar o nome correto). O peixe é pequeno de 12 a 15 cm, cabeça pequena, pequenos barbilhões, um desenho rajado ao logo do corpo, parece que há ferrões próximos às guelras, liso e não pára quieto, o que dificultou uma posição para uma foto bem nítida. Houve tempo de capturar um bom lambari-rabo-vermelho que riscou a água. Como escureceu, e um destes cambevas engoliu o anzol, dei por encerrada a aventura. A conclusão que tirei: definitivamente, a melhor pescaria realizada no local, não pela quantidade de peixes, mas sim pelo fato de fisgar quatro espécies diferente (jundiá, duas de lambari e cambeva), pois capturei uma espécie que nunca vi e sequer imagina ocorrer nesta região. Levou a crer que a natureza tem chances, basta que possamos dar a ela, uma folga pra que se realize o trabalho e esperar que novas surpresas como o Cambeva, voltem a ser comuns. Caminhei de volta pra minha casa, super empolgado e imaginando: como esta bacia do Iguaçu é rica!!! Quantas espécies de peixes podem ser encontradas ao longo do Palmital, Atuba e Iraí, Canguiri, Timbú, Curralinho, Miringuava, Pequeno, Ferraria e seus inúmeros córregos. Pela minha região, capturei Lambaris (várias espécies), Acarás, Bagres, Jundiás, Guascas, Caborjas, Saicangas, Traíras e agora o Cambeva, fora a tilápia, carpa. Espero que a próxima, possa ser repleta de peixes e surpresas boas.