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domingo, 7 de junho de 2015

A Relojoaria do Rio Irai, em Pinhais!!!

Boa noite!!! Ontem, 06/06/2015, retomei a "lapidação" das técnicas de pesca do lambari. Apesar de estarmos entrando no período de frio, o dia estava convidativo a uma boa pescaria: céu azul, temperatura agradável. Parti rumo às Cavas em Pinhais. Novamente, enxuguei a tralha: varinha Piabinha, um conjunto de molinete micro, quirera, como isca levei sagu (vermelho) e minhoca (puladeira). A pesca foi todo esportiva, com todo o cuidado, devolvi todos os peixes. A pescaria não foi das mais produtivas, desta vez, decidi explorar as áreas mais abertas e nisso, um dos problemas que comprometeu praticamente a pescaria toda, o vento!!! Digo um dos problemas, pois o outro, que chega até a ser animador, a quantidade de "chaveirinhos", muitos lambarizinhos que fizeram a limpa e me deixavam perplexo, mas positivamente, pois significa que os lambaris se reproduzem e tem resistido à pressão da pesca neste local que, pra variar, sofre tambem com o lixo. Sempre estava mudando de ponto, a fim de me abrigar um pouco do vento e nisso, a única captura efetiva foi de um acará pequeno. Pensei em recolher a tralha e decidi tentar algo no rio Iraí, se soubesse teria ido mais cedo. Antes de chegar na ponte, observei uma "pinguela", uma ponte improvisada que adentrava na mata, onde me deparei com um cenário "pantaneiro": muita vegetação na água e muita movimentação de peixes, acredito ser de traíras. As minhocas foram a escolha, dado o potencial e a possibilidade de capturar outras espécies. Não deu outra, a intenção de ir atrás dos lambaris foi levada ao pé da letra, muita ação e capturas de vários lambaris-relógio, pequenos, mas valentes. Escureceu rápido e depois de quase me perder, dei por encerrada a pescaria. Ali existem muitos pontos a serem explorados e, nesta pescaria, tirei mais uma lição: teimosia e insistência, são pontos fortes de um pescador, mas dada a condição, seja pela pouca ação ou condições ou eventos do tempo, tentar outras alternativas pode salvar a empreita. De fato, a ceva faz muita diferença.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Grande dia, excelente pescaria!!!






Apesar de não ter realizado ou obtido o resultado esperado, a pescaria realizada no dia 11/08/12, foi muito produtiva e divertida, na companhia do amigo pescador Calebe. O dia ensolado, relativamente quente, pouco vento, era promissor. Logo após preparar as varas, fiz uma armadilha de garrafa pet, lancei na água, pra em seguida lancar as linhas. No começo, pouquissimas acoes, até que saiu o primeiro lambari, minusculo. As beliscadas aumentaram, mas pelo visto, ha muitos lambaris miudos, que nao se fisgava nem com anzol mosquitinho. aí, resolvemos andar pelas beiradas do lago e tentar achar um pesqueiro mais produtivo. Cada parada, isca na água, beliscadas e nada, os "lombrigas" tomavam conta e fisgada que é bom, nada. Até que, quando estavamos exatamente do lado oposto do lago, o Calebe lancou a isca e, quando nos preparavamos para buscar as tralhas a fim de ficar por ali, a boia deu uma abaixada rápida, ele fisgou e, aparaeceu uma "xinélão", uma boa tilápia!!! Aí animou, começamos a fisgar várias tilápias, de pote médio, mas garantiam uma excelente briga. A maior do dia, consegui capiturar com uma vara lisa com anzol de acará e minhoca. Como a briga tava boa, resolvi usar um molite e vara leves, com linha 0,37 e um chicote simples Com uma chumbada de 5 gramas no fundo (na ponta do chicote), 1 catueiro com 1 anzol pequeno, girador e boia. Tentamos com sagú, mas a minhoca estava irresistivel mesmo. As brigas foram mais emocionantes quando as fisgava no molinete. Assim foi até as 13:00 hs, quando as beliscadas quase zeraram. Por volta das 16:30, voltou a beliscar bastante, agora os lambaris. Peguei alguns, mas sempre na medida de 5 a 9 cm. As traíras, nem deram as caras, tentei com artificiais e nada. Tentei com lambaris e no máximo, o anzol voltava limpo, mas o estranho que não se via algum movimento de investidas da traíras. Pra fechar o dia, após guardarmos as tralhas no carro do Calebe, um susto: o carro nao subia o trecho da estradinha, devido à grama, fazendo com que patinasse. Não havia sinal nos celulares, não havia comercio próximo, após algumas tentativas, finalmente ele venceu a subida e viemos, aliviados e satisfeitos, embora. Grande dia, excelente pescaria