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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Lambaris no Rio Palmital em 03/04/2016!!!

Acordei às 4:30hs da manhã de 03/04/2016, um domingo. Tentei assistir um pouco, quando bateu aquela vontade de pescar!!! Bom, esperei até às 06:00hs, pra fazer um café e esperar o dia clarear pra poder "catá" as minhocas. Saí de casa por volta das 7 horas, com destino ao Rio Palmital. Por toda a caminhada, fui acompanhado por uma neblina. Passei pelo córrego afluente do Palmital, onde realizei boas pescarias e, surpreendentemente depois da implantação da rede de esgoto, a água está cristalina, porém, não há sinal de peixes (vai entender), o certo vai ser esperar por uma boa chuva pra fazer um teste. Enfim, falando de implantação da rede de esgoto ou, ampliação, percebi que graças a estas obras, os principais córregos que desaguam no Palmital, ganharam uma qualidade gritante em relação às suas águas. Cheguei ao Palmital em pouco mais de 25 minutos de caminhada e pesquei em 2 pontos, sob a ponte que fica aos fundos da Embrapa e um remanso, rio acima, a uns 800 metros. Foram cerca de duas horas e meia de pescaria, a produtividade foi boa. Capturei alguns lambaris (bocudos, canivete e rabo amarelo ou tambiú) e dois caranguejinhos preto. Usei apenas um equipamento: vara lisa de 2,5 metros, montagem com linha 0,20mm no sistema bóia-chumbo-anzol (maruseigo 14) e como isca minhoca. As ações e capturas, oscilaram: ora uma atrás da outra, ora nem sem sinal de peixe. Foi uma pescaria diferente que fiz no local, pois sempre fui neste local às tardes. Foi mais uma pescaria de imagens, ver o sol sair em meio a neblina, depois os raios de sol por entre as folhas, esquilo, os lambaris nadando assim que os soltava. Uma infinidade de sons em meio a mata e os perfumes da natureza que, pelas primeiras horas da manhã, ficam mais perceptíveis. O fator do rio estar baixo pode ter influenciado, pois apenas lambaris foram capturados. O porte dos lambaris, a maioria muito pequenos, juntamente com as marcas deixadas por "pescadores"alertam para a pressão que os peixes sofrem, mas se há pequenos, significa que lutam pra sobreviver e se perpetuar. Voltei pra casa com a alma lavada, louco e ancioso pela próxima aventura.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Lambaris-Bocudos do Palmital em 20/12/2015!!!

Final de tarde de domingo, 20/12/2015: diferente do fim de semana passado, muita chuva que, acabou adiando mais uma vez, a pescaria com meu amigo. Saí de casa, no velho estilo de sempre: bermuda, camiseta, chinelos e minha mochila, desta feita, com guarda-chuva. Estava uma garoa fina, mas já chegando no riozinho (afluente do Palmital), a chuva apertou, o que no início amenizou, foi ter ficado embaixo das árvores, mas conforme aumentava a chuva, logo não pude utilizar este recurso como abrigo, portanto, guarda-chuva protegendo a mochila e vesti uma capa de emergência (custou R$2,00 quando comprei). Pronto, agora era só iscar (isca utilizada: minhoca) e esperar os bagres, pois a água estava turva, um pouco acima do nível e pouca correnteza. Desta vez, levei apenas uma varinha 2,5 metros, linha 0,21mm, bóinha compativel com um chumbo arroz e anzol Keiryu Ring 3 (meu preferido), mesmo tendo como alvo os bagres, optei em iniciar com um anzol pequeno, pois as surpresas aparecem. A desvantagem de se pescar com apenas um equipamento, ou levar apenas um, senti por duas vezes, uma embolando a linha e outra enroscando nos galhos, tendo que refazer a linhada. A pescaria: como de praxe, durou 1 hora e alguns minutos. Logo na caída, uma ação vigorosa, mas sem sucesso. Mas não demorou muito, apesar de manhosos e contrariando a espectativa, para os Lambaris-Bocudos do Palmital aparecerem. A medida que o tempo passava, iam saindo, sempre de tamanho padrão (quem conhece lambari, sabe que a casa de 12 cm, não é fácil de ser batido pelos valentes peixinhos), muito brigadores, fazendo sentir a sua força na varinha leve, espetacular, mas nada de bagres. Levei um banquinho, pois imaginava uma pesca de espera, mas que nada, raramente sentei, pela quantidade de ações, claro, a maioria sem sucesso. Saíram alguns "bocudinhos", o que me animou, pois signfica que eles estão sobrevivendo e procriando. Ao sentir que as ações diminuíram, resolvi por a isca encostada ao fundo e armar num cantinho, despretencioso, enquanto guardava as coisas e recolhia um pouco de lixo, até que, vi a bóia se movimentar e lentamente afundar, puxei e... PAAAAAM, o objetivo foi alcançado: um jundiá de tamanho médio, bonito e valente, em que se usando um material equilibrado, valoriza demais a briga. Lembrando que, como estamos na piracema acaba sendo importante ressaltar, mas independente da época sempre faço, com todos os peixes capturados, manuseio eles com cuidado, fotografo rapidamente e os devolvo para a água, pra dar continuidade ao seu ciclo.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pescaria em 26/09/2015: Rio Palmital&Afluente, poucos peixes, com grande surpresa!!!

Boa noite. Anteriormente, postei o vídeo da pescaria, mas como a mesma ocorreu no fim do dia e, a luminosidade não achou, vou narrar o que aconteceu nesta EXCELENTE pescaria. Bom, todo mês de setembro, especialmente no fim deste mês, costumo realizar grande pescarias no afluente do Palmital, principalmente no fim do inverno. Desta vez, foi um pouco diferente, pois a pescaria foi no primeiro fim de semana da primavera. Devido ao fenômeno climático "El Niño", a previsão para os próximos meses, até o fim do ano, é de chuva acima do normal, portanto, as pescarias de fim de tarde deverão ser comuns, em especial, atrás dos bagres. No fim da tarde deste sábado, após a chuva dar uma boa trégua, rumei para o afluente que sempre pesco. Como sempre, com minha mochila, varinhas lisas, sistema bóia-chumbo-anzol e minhoca, lancei a isca na água, que estava com um cenário diferente, a porção que vem do meu bairro, estava clara e a parte que vem do São Dimas, bem turva, barrenta mesmo. Tive três ações e capturei dois belos Jundiá, sendo que o primeiro, um monstro com cerca de 30 CM, digo monstro com relação ao tamanho do córrego, que é muito pequeno. Como a pescaria parecia que não ia dar em mais nada, fui para o Rio Palmital, onde capturei na caída, um belíssimo lambari (bocudo) e alguns lambarizinho, de uma espécie diferente (com a boca voltada pra baixo, tipo a da tainha), bem pequenos e esguios, parecendo o "canivete". Umas pancadas no molinete que estava armado, mas sem sucesso. Decidi retornar a uma ponte, onde fiquei embaixo da mesma, podendo observar que a água estava bem turva, nível acima do normal e com correnteza bem tranquila, devido ao poço que formara. Tão logo lancei a isca, a bóia começou a se movimentar e fisguei: "VEEEEENHAAAA!!!...". Ao ver o peixe saindo da água, no primeiro momento, achei que estava capturando um Jacundá, mas notei que ele era mais esguio: uma espécie de bagre que, depois de algumas pesquisas, constatei se tratar do tal Cambeva (fica aberto, caso alguem conheça, informar o nome correto). O peixe é pequeno de 12 a 15 cm, cabeça pequena, pequenos barbilhões, um desenho rajado ao logo do corpo, parece que há ferrões próximos às guelras, liso e não pára quieto, o que dificultou uma posição para uma foto bem nítida. Houve tempo de capturar um bom lambari-rabo-vermelho que riscou a água. Como escureceu, e um destes cambevas engoliu o anzol, dei por encerrada a aventura. A conclusão que tirei: definitivamente, a melhor pescaria realizada no local, não pela quantidade de peixes, mas sim pelo fato de fisgar quatro espécies diferente (jundiá, duas de lambari e cambeva), pois capturei uma espécie que nunca vi e sequer imagina ocorrer nesta região. Levou a crer que a natureza tem chances, basta que possamos dar a ela, uma folga pra que se realize o trabalho e esperar que novas surpresas como o Cambeva, voltem a ser comuns. Caminhei de volta pra minha casa, super empolgado e imaginando: como esta bacia do Iguaçu é rica!!! Quantas espécies de peixes podem ser encontradas ao longo do Palmital, Atuba e Iraí, Canguiri, Timbú, Curralinho, Miringuava, Pequeno, Ferraria e seus inúmeros córregos. Pela minha região, capturei Lambaris (várias espécies), Acarás, Bagres, Jundiás, Guascas, Caborjas, Saicangas, Traíras e agora o Cambeva, fora a tilápia, carpa. Espero que a próxima, possa ser repleta de peixes e surpresas boas.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Lambaris do Palmital (Colombo - PR) em 21/02/2015: uma rápida e divertida pescaria!!!

Sábado passado, dia 21 de fevereiro, estava inquieto! Arrumei uma varinha (equipamento), tirei umas minhocas e fui dar uma passada sem muita pretensão no riozinho (afluente do Palmital), digo isso pois não caiu a chuva esperada (aquela que os bagres gostam). A água estava turva, no limite aceitável de sujeira e poluição. Foram inúmeras ações, boas fisgadas e fotos, algumas perdidas. A conclusão que tirei que, por estarmos perto do fim da piracema, acredito que se as chuvas forem regulares, no início da próxima primavera, os lambaris serão espetaculares. Claro, estarei sempre "monitorando" e vendo com meus próprios olhos se isto se concretizará. Os bagres desta vez, nem sombra, mas a emoção ficou por conta dos lambaris serelepes e bonitos...