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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Pescaria rápida em 01/05/2018: finalizando o feriado com uns lambaris!!!

Pra não passar o feriado batido, no fim da tarde desta terça, me desloquei até o Rio Palmital, mais pra andar mesmo. Como poderia pintar a chance de capturar algum peixe. A pescaria se desenrolou num novo ponto do Rio Tumiri, mas um pouco antes resolvi descer alguns metros pelo Palmital e me dei conta de quantos pontos pra pesca existem em um trecho de cerca de 1,5 km. A amostra que tive, foi uma prainha, com bambus na margem e uma pedra grande. Além de algumas ações, capturei um lambari. Como eu ia me empolgar e descer mais e o tempo era curto, voltei pra estrada e fui até o Tumiri. Na verdade, pesquei sem pretensão. Queria mesmo era estar em meio à natureza. Mas o preço foi ter que encarar muitos pernilongos. Como volta e meia deixo a desejar no que diz respeito a “preparo”, não contava com o básico, um repelente. Encontrei a solução em uma pequena e rápida fogueira, fazendo uma fumaceira, o que me garantiu um certo alívio. A pescaria, propriamente dita foi curta, muitas ações perdidas por descuido, mas ainda assim, consegui mais três lambaris e um acará. Ok, em termos de quantidade, foi uma pescaria fraca. Mas o que realmente importa, é estar na natureza, caminhar sem preocupação, fisgar algum peixinho, sentar e poder relaxar, uma fogueira, uma cerveja gelada... isso, não tem preço!!!

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Uma excelente pescaria de acarás e tilápias selvagens nas cavas em Pinhais!!!

Um dia nublado, garoa a todo momento. Escolhi voltar mais uma vez às cavas em Pinhais, ao lado do Parque das Águas. Caminhei por uns 500 metros pela estrada Ecologica em busca de algum ponto. Ao achar um ponto que seria ideal, percebi que tinha pescadores e continuei minha busca e encontrei um ponto que me gerou dúvidas se seria o ideal, pois aparentemente não tinha indícios de pescaria recente. Olhei a beira da água e percebi que era um poço profundo. Me instalei, levei uma quantidade razoável de equipamentos: minha mochila da Marine Sports, qual substituí a cadeira por uma banqueta, nela trouxe uma corda de varal, água, alimento, ferramenta multi-funções e um saco de lixo. Levei meu porta-varas com três varas telescópicas, sendo uma preparada pra tilápias, e um conjunto ultralight, meu Jimny da Marine Sports. Como iscas, minhoca (essa nunca mais vai faltar nas minhas pescarias), bicho da laranja e milho verde. A ceva, desta vez eu simplifiquei: misturei quirera e farinha de rosca, molhei com um pouco de água do local e fiz algumas bolotas e joguei nos locais onde ia lançar as iscas. De fato, fui bem despretensioso pois o dia não parecia dos melhores e era o último dia de lua minguante (boa pra pesca). Acertei a mão!!! Equipamentos, iscas e ceva renderam a MELHOR PESCARIA DE TILÁPIAS NATIVAS!!! Finalmente, depois de estudar técnicas, dicas e algumas tentativas frustradas, fui surpreendido por uma pescaria fantástica. Fora as tilápias, o destaque foram os belíssimos e grandes acarás que capturei, sendo o maior peixe dia, um chinélão. A pescaria começou com um acará grande no bichinho. A varinha que mais trabalhou, foi uma “xing ling” de 2,7 metros que já possuo mais de 9 anos e nela, capturei a minha primeira tilápia de palmo, tambem no bichinho. A “tilapera” passou a maior parte do tempo, iscada com milho, várias ações e eu perdia, pois ainda não me acostumei a pescar sem flutuador. A garoa ia e voltava, num certo ponto virou chuva e, aprontei uma cobertura improvisada com corda de varal e o saco de lixo, vesti a capa de chuva e fiquei confortável, abrigado e seco, assim como meus equipamentos. A varinha véia ia me enchendo de alegria e tirei mais algumas tilápias de palmo e algumas pequenas. De repente, olhei a linha da tilapera e percebi a carregada, fisguei e consegui uma excelente tilápia no milho. A tilapera voltou a funcionar com bichinho e rendeu mais uma bocuda. Não tive ações no molinete. Outro fato interessante, foi a minhoca que quase não rendeu, porém, foi com ela que capturei o troféu do dia. Mais um fato, os lambaris pouco apareceram, fisguei quatro, mas de tamanho impressionante, sendo que um foi pego pelo rabo. Como optei pelo uso de anzóis pequenos, a taxa de capturas foi grande, mas, por três vezes meu coração acelerou: na primeira, fisquei e senti o peso, o peixe escapou e quando fui conferir, o anzol quebrou. Na segunda, com a varinha, o peixe fisgou e a briga terminou com o anzol pulando numa estilingada. A terceira,, mais uma vez após a fisgada, a briga e a fuga, conferi o anzol e o mesmo abriu. Pelo tipo da puxada, creio que se tratava de grandes tilápias, mas provavelmente só vou poder comprovar na próxima temporada de tilápias, já que esta praticamente acabou. Fui na simplicidade,, quase que desacreditado, mas o mínimo de conhecimento e um pouco de preparo, além do ponto e o dia, posso afirmar que consegui uma pescaria perfeita. Momentos na natureza, um pouco de conforto e uma cerveja gelada, que o sabor se destaca em momentos assim, faz cada minuto valer a pena.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Enfim, a tão esperada pescaria noturna, em 30/03/2018!!!

Pescar à noite. Há muito tempo, eu e meu amigo Marcos Paulo estávamos ensaiando umaa pescaria noturna e a chance apareceu e foi efetivada em 30/03/2018, feriado Santo. O local, ótima escolha, o tanque da chacara da sogra dele. Após preparar tudo o que precisaríamos pra passar bem, nos deslocamos e demos início à logística até a beira do lago. Montamos uma cobertura e tambem uma barraca. Cevamos e começamos a pescar efetivamente após as 16 horas. A chuva deu trégua e o tempo ficou relativamente limpo. Porém, pouquíssimas ações e poucas capturas. E quando tinha uma ação mais contundente, perdia a chance. Enfim, anoiteceu e preparamos lanternas e duas fogueiras, que clima de acampamento que há tempos não sentia. Durante a noite, Marcos Paulo capturou duas ótimas traíras. Eu, infelizmente, consegui alguns acarás. O fato mais interessante, foi uma captura de uma rã, que abatemos e assamos, saboreando-a em seguida, que delícia. Lua alta, clara e nada de peixes. Enfim, nos recolhemos pra barraca e 5 e meia da manhã, levantamos e fomos conferir as linhas e nada, nem beliscou. Desmontamos o acampamento e partimos embora. Pode ser que, em relação a quantidade de peixes, foi fraca, mas a pescaria em si, em especial a pesca noturna, é muito emocionante, muitas lembranças ficam guardadas na cabeça: a amizade que fortalece, a cerveja que fica mais saborosa, os alimentos que ganham sabores, a fumaça, enfim, uma aventura e tanto. É um relato que fica devendo em relação a técnicas e dicas, mas sobra em emoção e que em breve repetirei.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Mais uma vez nas cavas em Pinhais, 06/01/2018: onde tem lambari, tilápia não tem vez!!!

Sábado à tarde, baita calor e surgiu a chance de ir às cavas, margeando a Rodovia João Leopoldo Jacomel. Desta vez, preferi tentar um ponto já nas primeiras cavas. E por sorte, encontrei um pocinho, preparado e com um pallet. Escolhi este pesqueiro, pois como haviam indícios de pesca recente, deduzi que o local estaria de certa maneira, cevado. Fui em busca das tilápias do local. Levei somente bicho-da-laranja como isca. Cevei com ração de coelho com melaço e quirera. Demorou um pouquinho para as ações começarem e, capturei um acará, que interpretei como bom sinal e aumentou minha expectativa de capturar algum bom exemplar de tilápia. Mas não demorou muito para os lambaris entrarem em cena. Os lambaris atacavam sem piedade o bichinho. Capturei bons lambaris e, perdi muitos. Utilizei um lambari e tentei capturar alguma traíra e, por erro de estratégia, perdi duas. O calor deu uma amenizada, dando lugar às nuvens carregadas e logo, a chuva. Vesti uma capa e continuei aa pescar e capturar os lambaris e, perder tambem. A chuva passou, mas outras nuvens se formavam e comecei a recolher as coisas, na penúltima tentativa, apareceu, uma tilápia de palmo, finalmente e, na última, capturei um acará. Em breve, retornarei ao local e continuarei a busca pelas tilápias selvagens das cavas.