Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Mais uma vez nas cavas em Pinhais, 06/01/2018: onde tem lambari, tilápia não tem vez!!!
Sábado à tarde, baita calor e surgiu a chance de ir às cavas, margeando a Rodovia João Leopoldo Jacomel. Desta vez, preferi tentar um ponto já nas primeiras cavas. E por sorte, encontrei um pocinho, preparado e com um pallet. Escolhi este pesqueiro, pois como haviam indícios de pesca recente, deduzi que o local estaria de certa maneira, cevado. Fui em busca das tilápias do local. Levei somente bicho-da-laranja como isca. Cevei com ração de coelho com melaço e quirera. Demorou um pouquinho para as ações começarem e, capturei um acará, que interpretei como bom sinal e aumentou minha expectativa de capturar algum bom exemplar de tilápia. Mas não demorou muito para os lambaris entrarem em cena. Os lambaris atacavam sem piedade o bichinho. Capturei bons lambaris e, perdi muitos. Utilizei um lambari e tentei capturar alguma traíra e, por erro de estratégia, perdi duas. O calor deu uma amenizada, dando lugar às nuvens carregadas e logo, a chuva. Vesti uma capa e continuei aa pescar e capturar os lambaris e, perder tambem. A chuva passou, mas outras nuvens se formavam e comecei a recolher as coisas, na penúltima tentativa, apareceu, uma tilápia de palmo, finalmente e, na última, capturei um acará. Em breve, retornarei ao local e continuarei a busca pelas tilápias selvagens das cavas.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Conhecendo novas cavas em Pinhais, 16/12/2017
Boa noite. Há alguns dias, a convite do meu cunhado, fiz uma pescaria em uma chácara particular que dá acesso a algumas cavas que ficam em paralelo ao rio Palmital, em Pinhais. A responsavel pela entrada no local é a Sra. Maria (logo espero conseguir o telefone para postar aqui). O local exato fica na rua Rio Cubatão, entre as esquinas com a rua Rio Tibagi e rua Rio Javari, como referência, há uma cancha esportiva em frente ao local, marquei o local no Google Maps como "Pesqueiro das Cavas Dna. Maria". Não tem erro, pois a entrada do local é peculiar: uma espécie de gaiola que funciona como teleférico, movido por um motor elétrico, uma desvantagem, é que o carro não entra na propriedade, já que a gaiola só pode transportar uma pessoa por vez. Enfim, espero que em breve eu consiga mais dados sobre o local, que possui diversos acessos a varias cavas que, de certa maneira, é bem frequentado. Ao chegar, encontramos com um amigo do meu cunhado, cara gente boa e, me inspirou a, em breve, escrever um artigo sobre tilapeiros, já que ele é o verdadeiro tilapeiro. Meu cunhado estava com o objetivo de conseguir algumas traíras e o local tem muitos pontos com potencial para tal peixe. Logo que estávamos chegando no primeiro ponto, avistamos um enorme cardume de tilápias, mas no ambiente selvagem, elas ficam muito ariscas. Enfim, o amigo do meu cunhado se estabeleceu em um pesqueiro, meu cunhado foi tentar bater alguma dentuça. Meu sobrinho e eu, ficamos num pocinho, onde cevei e começamos a nos divertir com os lambaris que, atacavam as minhocas, mas tambem não rejeitavam os bichinhos da laranja, que era minha carta na manga pra capturar alguma tilápia. Muitas ações de lambaris, que são muito pequenos, recomendo a utilização de anzóis mosquitinho, assim, perdendo muitas iscas. Outro fator que foi um verdadeiro obstáculo neste dia, o sol, muito forte e um calor intenso. Fazendo que boa parte do tempo procurássemos por locais sombreados. Logo, meu sobrinho e eu, achamos outro ponto, onde ele capturou muitos lambaris. eu tambem consegui alguns lambaris, mas a esperança era conseguir uma tilápia. Tão logo o sol deu uma trégua, tive uma ação que pensei ser a esperada tilápia, fisguei, linha assoviou uma briga razoável e, era um acará. Ainda capturei mais alguns acarás. Conversei com o amigo do meu cunhado, que tambem não havia obtido sucesso nas tilápias, mas ele ainda ficaria até as 2 horas daquele dia. Voltamos pra casa às 20 horas. Meu cunhado não obteve sucesso nas traíras. Em breve, voltaremos pra novas pescarias no local.
domingo, 26 de novembro de 2017
Grande pescaria nas cavas de Pinhais em 25/11/2017!!! Lambaris, acarás, tilápias e traíras.
Bom dia!!! Pescar é maravilhoso e, quando a gente encontra obstáculos e condições desfavoráveis, acabamos sendo surpreendidos com uma experiência incrível! Na tarde de sábado, 25/11/2017, me desloquei para as cavas em Pinhais. Como estamos em plena piracema, a minha intenção era pescar as tilápias. Para isso, levei a ceva de ração de coelho com melaço e quirera seca. De isca, minhocas e bichinho da laranja. Ia num pesqueiro isolado, passando pela mata mas devido a implantação do parque no local, removeram a pinguela que dava acesso. Encontrei um ponto, ao lado da Estrada Ecológica, onde havia indícios de pescarias realizadas ali. Um pneu serviu de cadeira e me instalei. De início, usei uma vara de 2,7m e outra de 3m, ambas com linha 0,20mm no sistema boiado, anzóis keiryu 3 e gamakatsu 12, respectivamente. O primeiro peixe capturado foi um lambari pequeno. Na vara de 3 metros, as beliscadas eram vigorosas e como os lambaris estavam muito ativos atacando na varinha menor, perdia as oportunidades. Muitos, mas muitos mesmo, porém, pequenos. Sem brincadeira, pesquei uns 30 ou mais lambaris. Claro que surgiram grandes lambaris, uns de rabo e vermelho e relógio. O local em si, na maioria era raso, com alguns pontos fundos. Surgiram uns acarás que, devido ao período reprodutivo, apresentavam uma coloração linda. E as tilápias? Depois de um bom tempo, apareceu uma pequena, capturada no bichinho. Na vegetação ás margens, observei os ataques e rebojos de traíra se alimentando. Devido a falta de espaço na minha mochila, deixei meu molinetinho em casa. Mas, resolvi arriscar com uma linhada de mão, de uns 8 metros, com um anzol não muito grande, uma boia solta pra sinalizar e, de isca, um pedaço de lambari. Lancei e, sem muita pretensão, voltei aos lambaris. Outra situação que me surpreendeu, foi que os lambaris estavam atacando muito no bichinho. De repente, vi uma movimentação tímida da boia da linhada, fui na boa e comecei a puxar a linha e senti puxõezinhos e, tava lá, uma trairinha fisgada... liberei e como a isca ainda estava boa, linhada na água novamente. Entre uns lambarizinhos e acarás, mais uma movimentação na linhada, fui lá, comecei a recolher e as puxadas eram mais vigorosas e, tirei mais uma traíra, tamanho médio. O pedaço de peixe, a isca, ainda estava em condições, arrumei no anzol e tome linha na água. De repente, na vara maior, com um grande pedaço de minhoca entrelaçada no anzol, vi a boia numa movimentação de levada, pra mim, típica de tilápia e, das grandes, ferrei e a briga foi grande, a vara envergou e senti o bicho se debater e não subia, até que soltou!!! AAAAAH, que pena, não pude ver que peixe era, com certeza um troféu e tanto. Mas, a pescaria não tinha terminado e, novamente percebo movimento na linha, que ficou esticada, logo que iniciei o recolhimento, senti uma forte briga, era bicho grande, na recolhida, enroscou na vegetação e, quando vi, era A TRAÍRA!!! Com cautela, consegui livrar do enrosco e consegui fotografar a baita!!! Liberei ela e voltou tanquila pra casa!!! Que sensação maravilhosa capturar um grande exemplar e poder devolver pra água. Quase finalizando a pesca, capturei uma tiĺapia de palmo. Ainda consegui mais uns lambaris e acarás. QUE PESCARIA!!! Novamente consegui fazer uma ótima pescaria, muito produtiva e, novamente, adquiri mais experiência. No caminho, adquiri uma caixinha de isopor, ideal pra pescarias curtas, a baixa se deu por conta da minha mochila que sofreu um rasgo. Enfim, que show de pescaria.
sábado, 15 de julho de 2017
Tarde agradável nas cavas em Pinhais, em 15/07/2017!!!








Boa noite. Hoje, consegui realizar uma rápida aventura nas cavas de Pinhais. Curta duração é verdade, mas não importa, pois quando se trata de pescaria, qualquer período de tempo é proveitoso. Fiquei no local por cerca de duas horas e, pela quantidade de ações, achei que iria fisgar muitos peixes. As iscas utilizadas foram minhocas e bicho da laranja. Fui em busca de acarás, consegui apenas um, e na minhoca. Apesar da ventania, consegui achar locais abrigados. Tentei em três pontos, mas em apenas um, onde realizei pescarias produtivas. Estreei a minha nova varinha, mesmo errando na escolha da bóia, capturando um acará e um bom lambari. De fato, foi mais uma experiência de reconhecimento, pois o local pede uma aventura mais intensa, com a montagem de uma base, ou seja, acampamento pra passar um dia todo, testando mais iscas. Devido à agua fria, os peixes estavam manhosos. Não teve aquelas puxadas vigorosas, então a chaaqueada era puro golpe de sorte. Mais uma vez, o que levo, é o contato coma natureza, o aprendizado. Por mais que eu custe a entender, a mudança de lua (da cheia pra minguante), pode ter influenciado. Outra coisa, que pra mim deve ter feito diferença: o anzol! Usei o keiryu 3, acredito que pudesse o cristal (14 ou 16). Enfim, nas próximas, acredito em pescarias mais empolgantes.
segunda-feira, 27 de março de 2017
Visitando as Cavas de Pinhais em 25/03/2017: conhecendo novos pontos!!!
Dia 25, sábado, resolvi dar uma passada nas Cavas em Pinhais, afinal, a última vez que estive ali, foi em julho de 2016. Fui equipado com uma varinha de 2,7 m (linha 0,20 mm) no sistema bóia-chumbo-anzol e um molinete micro, como isca, somente minhoca. Ao chegar ao local, encontrei a estrada Ecológica pavimentada. Entretanto, ao chegar no acesso do caminho que me levava a um produtivo pesqueiro, devido obras de revitalização, criaram uma especie de canal que margeia todo o local. Continuei margeando o canal até que encontrei uma ponte improvisada e tive acesso a outro pesqueiros. A paisagem das Cavas é muito interessante e bonita. A pescaria em si, não foi das mais produtivas, peixes muito manhosos e apesar do sol, água fria. As primeiras fisgadas trouxeram pequenos lambaris. Em outro ponto, poucas ações e capturei dois acarás e mais um pequeno lambari. Acredito que o tamanho diminuto dos lambaris se dê as primeiras crias primeiros da última piracema. Quando a luz diminuiu bem, resolvi partir em retirada, mas algo dizia que eu deveria tentar no canal, de cima da ponte improvisada. Nas primeiras largadas de isca, algumas beliscadas vigorosas e não demorou muito pra fisgar mais alguns lambaris, de bom tamanho. Notei que neste canal, a água estava mais quente. Enfim, anoiteceu e não tinha mais condições de pescar. Fico agora esperando a proxima oportunidade pra voltar e fazer uma exploração do canal.
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