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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Pescaria na represa Capivari-Cachoeira em 21/02/2016: Recanto Pesqueiro do Tio Toni (Dircinha)!!!
Boa noite. Vou relatar hoje, uma pescaria muito produtiva, tanto em variedade quanto de aquisição de experiência e conhecimento de novos locais para a pescaria.
O local: já há muito tempo esperava a chance de ir a um pesqueiro na Represa Capivari-Cachoeira e o local, que sempre me despertou curiosidade e vontade de conhecer, é o Recanto da Dircinha (Tio Tony). Em resumo, o local é muito bacana, show de bola!!! Já na entrada, fomos recebidos pela própria Dona Dircinha, muito simpática e atenciosa. é uma propriedade particular bem organizada e, locais para a pescaria, são inúmeros, vai da percepção do pescador para escolher os locais mais promissores e que possuam uma condição favorável para se instalar com certo conforto. Quem puder e quiser, pode acampar e pernoitar no local. Percebi ao longo de alguns trechos que percorri, que existem algumas torneiras com água limpa, o que facilita pra uma limpeza pessoal ou utensílios. Há uma lanchonete no local, com bebidas, lanches, alguns materiais de pesca e servem almoço (marmita) sob encomenda. A entrada, atualmente, custa R$10,00 por pessoa (não sei se há isenção de crianças). Numa avaliação geral: recomendo e vou, outras vezes e levarei minha família e amigos. Em breve, postarei um mapa pra chegar no local e o telefone da mesma.
A pescaria: por volta das 05:30 da manhã, após a chuva e aquela dúvida se o tempo ia firmar, partimos pegar o último parceiro e seguimos para a Represa Capivari-Cachoeira, em Campina Grande do Sul. O time estava formado pelo "Seu Zé", "Seu Gomes", "Seu Ronaldo" e eu (Edinaldo). Levamos varas lisas (média de 2 por pescador), uma boa variedade de iscas (minhoca, sagu, tenébrio, bicho da laranja e macarrãozinho). Eu ainda insisti e utilizei dois equipamentos com molinete para a pesca de fundo.
Logo na chegada, a expectativa de uma excelente pescaria, aumentou quando via a represa cheia, como há muitos anos não via. Nos instalamos em um local relativamente plano, com árvores, um pouco mais retirado da lanchonete e de outros pescadores. Cada pescador adotou a própria estratégia e começou a lidar com os peixes.
Meu primeiro peixe do dia, foi um acará que, no Capivari, apresentam uma coloração muito bonita. O que me surpreendeu, foi a variedade de peixes que fisguei, pena que saíram pequenos, mas que garantiram muita diversão. Em seguida, um pequeno lambari-relógio apareceu. Pescar com duas ou mais varas, em certos momentos, era impossível, pela quantidade de ações. De repente, boia afundando rapidamente, chasqueada e PAAAAAM: uma saicanga!!! Há muitos anos não capturava uma e em especial, no Capivari. Segui capturando alguns lambaris (rabo vermelho, relógio, rabo amarelo) e algumas tilapinhas, sendo que tanto eu quantos os parceiros, capturamos algumas "de palmo". Com os molinetes, inúmeras vezes notava os puxões, alguns violentos, mas aí, notei um erro o tamanho do anzol, relativamente grande, ainda assim, na pesca de fundo, capturei uma traíra, dois bagres e um jundiá, de pequeno porte, mais muito valentes. O dia ficou nublado, temperatura agradável, companhia sem igual, excelente local, todos pegando peixes. Foi uma excelente pescaria e, agora fico ansioso para retornar ao local, quem sabe pra uma pescaria noturna.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Pescaria em 26/09/2015: Rio Palmital&Afluente, poucos peixes, com grande surpresa!!!








Boa noite. Anteriormente, postei o vídeo da pescaria, mas como a mesma ocorreu no fim do dia e, a luminosidade não achou, vou narrar o que aconteceu nesta EXCELENTE pescaria. Bom, todo mês de setembro, especialmente no fim deste mês, costumo realizar grande pescarias no afluente do Palmital, principalmente no fim do inverno. Desta vez, foi um pouco diferente, pois a pescaria foi no primeiro fim de semana da primavera. Devido ao fenômeno climático "El Niño", a previsão para os próximos meses, até o fim do ano, é de chuva acima do normal, portanto, as pescarias de fim de tarde deverão ser comuns, em especial, atrás dos bagres. No fim da tarde deste sábado, após a chuva dar uma boa trégua, rumei para o afluente que sempre pesco. Como sempre, com minha mochila, varinhas lisas, sistema bóia-chumbo-anzol e minhoca, lancei a isca na água, que estava com um cenário diferente, a porção que vem do meu bairro, estava clara e a parte que vem do São Dimas, bem turva, barrenta mesmo. Tive três ações e capturei dois belos Jundiá, sendo que o primeiro, um monstro com cerca de 30 CM, digo monstro com relação ao tamanho do córrego, que é muito pequeno. Como a pescaria parecia que não ia dar em mais nada, fui para o Rio Palmital, onde capturei na caída, um belíssimo lambari (bocudo) e alguns lambarizinho, de uma espécie diferente (com a boca voltada pra baixo, tipo a da tainha), bem pequenos e esguios, parecendo o "canivete". Umas pancadas no molinete que estava armado, mas sem sucesso. Decidi retornar a uma ponte, onde fiquei embaixo da mesma, podendo observar que a água estava bem turva, nível acima do normal e com correnteza bem tranquila, devido ao poço que formara. Tão logo lancei a isca, a bóia começou a se movimentar e fisguei: "VEEEEENHAAAA!!!...". Ao ver o peixe saindo da água, no primeiro momento, achei que estava capturando um Jacundá, mas notei que ele era mais esguio: uma espécie de bagre que, depois de algumas pesquisas, constatei se tratar do tal Cambeva (fica aberto, caso alguem conheça, informar o nome correto). O peixe é pequeno de 12 a 15 cm, cabeça pequena, pequenos barbilhões, um desenho rajado ao logo do corpo, parece que há ferrões próximos às guelras, liso e não pára quieto, o que dificultou uma posição para uma foto bem nítida. Houve tempo de capturar um bom lambari-rabo-vermelho que riscou a água. Como escureceu, e um destes cambevas engoliu o anzol, dei por encerrada a aventura. A conclusão que tirei: definitivamente, a melhor pescaria realizada no local, não pela quantidade de peixes, mas sim pelo fato de fisgar quatro espécies diferente (jundiá, duas de lambari e cambeva), pois capturei uma espécie que nunca vi e sequer imagina ocorrer nesta região. Levou a crer que a natureza tem chances, basta que possamos dar a ela, uma folga pra que se realize o trabalho e esperar que novas surpresas como o Cambeva, voltem a ser comuns. Caminhei de volta pra minha casa, super empolgado e imaginando: como esta bacia do Iguaçu é rica!!! Quantas espécies de peixes podem ser encontradas ao longo do Palmital, Atuba e Iraí, Canguiri, Timbú, Curralinho, Miringuava, Pequeno, Ferraria e seus inúmeros córregos. Pela minha região, capturei Lambaris (várias espécies), Acarás, Bagres, Jundiás, Guascas, Caborjas, Saicangas, Traíras e agora o Cambeva, fora a tilápia, carpa. Espero que a próxima, possa ser repleta de peixes e surpresas boas.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Vídeo Pescaria de Jundiás e Lambaris no afluente do Palmital, em 08/09/2015!!! Colombo - PR
Boa noite!!! Setembro começou e, além de significar o término do inverno, começam a surgir mais oportunidades para pescar. De fato, a primeira chance apareceu no dia 08/09/2015, depois de aguardar ansioso a passagem ou pelo menos a pausa nas chuvas que caíram durante o feriadão.
Não consegui converter a ida para um local mais promissor, porém, sempre sobra tempo de fazer uma visita no afluente do Palmital.
Aproveitei e tentei gravar e montar um vídeo, claro que por ser bem amador, serve pra quebrar um galho.
O vídeo não mostra as ações propriamente ditas, mas mostra as capturas propriamente ditas, deveria chegado mais cedo, pois foi uma pescaria curta.
As ações dos bagres (alvo) no início foram poucas, os lambarizões saltadores deram o ar da graça, da espécie "Bocudo". No literalmente "apagar dos holofotes", consegui capturar um bom jundiá e perdi um baguá (provavelmente o troféu que perdi noutra hora).
Espero que consigam acessar o link (Youtube) e apreciem esta nova experiência que quero compartilhar com quem curte pescaria e acompanha este blog.
Abraço!!!
Usem o link a seguir:
https://youtu.be/8x4O158ePmg
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Pescaria de Jundias no afluente do Palmital (Colombo)!!!


Pois bem, fim de tarde em o1/o2/2015, após uma chuva rápida mas de pouco volume, me mandei pro afluente do Palmital, com algumas minhocas e minhas varinhas lisas pra tentar a sorte e sentir a natureza. Fui preparado pra uma pescaria (ou tentativa) rápida. O termômetro, pra saber se as chances serão boas, é o cheiro de poluição: se uns 50m antes de chegar ao riozinho você sentir o "odor" forte, possivelmente a pesca será frustrante, caso contrário, as chances são boas. Pra minha tristeza, senti o cheiro e quase voltei, mas sabe como é: Pescador é teimoso e eu tinha que confirmar o esperado. O ponto que pesco, tem a confluência de dois córregos: o que passa pelo meu bairro e possui na sua grande parte, coleta de esgoto, chegando a água cristalina e o outro, vem do bairro São Dimas que não possui saneamento e chega imundo. Cheguei, bebi minha latinha e pude ver lambaris na parte cristalina e "borbulhos" na parte suja, deduzi que poderia ser algum peixe. Pra não perder a viagem, isquei uma minhoca e tive várias ações, mas sem confirmação de fisgada na parte limpa, provavelmente lambaris, que deveriam ser de bom porte. Antes de tirar o time de campo, resolvi testar na água suja: bóia sendo carregada sentido raízes e PAAAAAAM: pesou, brigou e perdi, com certeza um bagre. Troquei a isca e nova tentativa, agora sim, PAAAAAAM: um jundiá pequeno, mas valente e brigador. Foto, liberado em plenas condições e solto pra crescer. Me animei, mas dado a quantidade pequena de iscas, tinha que ter precisão nas fisgadas, mas os bigodudos levavam a melhor, perdi várias fisgadas. De repente, mais um, de maior porte fisgado e mais briguento, num material proporcional e bem equilibrado, torna a experiência arrepiante: Foto, libera do anzol e água. Pra finalizar, isquei a última minhoca e, já na caída, o serelepe carrega a bóia e perco a fisgada. Insisti e fui compensado por mais Jundiá, do mesmo porte que o primeiro, assim como o mesmo, briguento. Repete o ritual: Foto, libera e água. Parti pra casa, revigorado pra encarar mais uma abençoada semana de trabalho. Uma das maneiras de sentir a presença de Deus, pra mim, é estar pescando, em total contato com a natureza. Aprendi uma lição nesta pescaria: que mesmo que a condição pareça não ser a mais promissora, só tentando que se consegue o objetivo. Como diz o ilustre "Juninho": "Só pega peixe quem pesca!!!". Outro fator notável, como a natureza e os peixes são valentes, mesmo com um cenário deplorável e a falta de cuidado com as águas, eles resistem e sobrevivem, daí a melhor justificativa de se praticar o pesque e solte.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Pesqueiro do Zezo (Balsa Nova)
Pesqueiro do Zezo fica em Balsa Nova, Paraná. Uma propriedade particular, que faz parte de um complexo de chacaras que exploram areais das cavas do rio iguacu, fica nas imediações da PR-510 (Estr. Contenda/ Balsa Nova), não muito retirado do centro, seguindo pela R. Damasco Soares da Silva, para quem vai passando por Campo Largo. O telefone do Zezo, se não mudou, é (41)9958-9875. O esquema é pag & pesk, onde é cobrado por diária, proporcionando muito espaço para acampamento (pernoite) e vários lagos, onde as opções para pesca são: lambari, acará, bagre, mandi, jundiá, jacundá, saicanga, carpas, tilápias, traíra e tuvira, obviamente que existem outras espécies, mas são raras de se capturar. O local conta com uma "loja de conveniência", dispondo de bebidas e alguns ítens de alimentação. Ele vende minhocas tambem. Fui neste pesqueiro, juntamente com minha esposa e um casal de amigos (Eder e Vi), pernoitamos, onde capturamos lambaris, bagres e tuviras, levamos um pouco de azar, pois a maior parte do dia ficou nublado e com vento, durante a noite, aproveitamos um churrasco, cervejinha e fomos agraciados por uma noite estrelada, obtendo certo sucesso na pesca noturna. Valeu a pena, espero retornar lá em breve.
Marcadores:
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