Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
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quinta-feira, 3 de maio de 2018
Pescaria rápida em 01/05/2018: finalizando o feriado com uns lambaris!!!
Pra não passar o feriado batido, no fim da tarde desta terça, me desloquei até o Rio Palmital, mais pra andar mesmo. Como poderia pintar a chance de capturar algum peixe. A pescaria se desenrolou num novo ponto do Rio Tumiri, mas um pouco antes resolvi descer alguns metros pelo Palmital e me dei conta de quantos pontos pra pesca existem em um trecho de cerca de 1,5 km. A amostra que tive, foi uma prainha, com bambus na margem e uma pedra grande. Além de algumas ações, capturei um lambari. Como eu ia me empolgar e descer mais e o tempo era curto, voltei pra estrada e fui até o Tumiri. Na verdade, pesquei sem pretensão. Queria mesmo era estar em meio à natureza. Mas o preço foi ter que encarar muitos pernilongos. Como volta e meia deixo a desejar no que diz respeito a “preparo”, não contava com o básico, um repelente. Encontrei a solução em uma pequena e rápida fogueira, fazendo uma fumaceira, o que me garantiu um certo alívio. A pescaria, propriamente dita foi curta, muitas ações perdidas por descuido, mas ainda assim, consegui mais três lambaris e um acará. Ok, em termos de quantidade, foi uma pescaria fraca. Mas o que realmente importa, é estar na natureza, caminhar sem preocupação, fisgar algum peixinho, sentar e poder relaxar, uma fogueira, uma cerveja gelada... isso, não tem preço!!!
domingo, 26 de novembro de 2017
Grande pescaria nas cavas de Pinhais em 25/11/2017!!! Lambaris, acarás, tilápias e traíras.
Bom dia!!! Pescar é maravilhoso e, quando a gente encontra obstáculos e condições desfavoráveis, acabamos sendo surpreendidos com uma experiência incrível! Na tarde de sábado, 25/11/2017, me desloquei para as cavas em Pinhais. Como estamos em plena piracema, a minha intenção era pescar as tilápias. Para isso, levei a ceva de ração de coelho com melaço e quirera seca. De isca, minhocas e bichinho da laranja. Ia num pesqueiro isolado, passando pela mata mas devido a implantação do parque no local, removeram a pinguela que dava acesso. Encontrei um ponto, ao lado da Estrada Ecológica, onde havia indícios de pescarias realizadas ali. Um pneu serviu de cadeira e me instalei. De início, usei uma vara de 2,7m e outra de 3m, ambas com linha 0,20mm no sistema boiado, anzóis keiryu 3 e gamakatsu 12, respectivamente. O primeiro peixe capturado foi um lambari pequeno. Na vara de 3 metros, as beliscadas eram vigorosas e como os lambaris estavam muito ativos atacando na varinha menor, perdia as oportunidades. Muitos, mas muitos mesmo, porém, pequenos. Sem brincadeira, pesquei uns 30 ou mais lambaris. Claro que surgiram grandes lambaris, uns de rabo e vermelho e relógio. O local em si, na maioria era raso, com alguns pontos fundos. Surgiram uns acarás que, devido ao período reprodutivo, apresentavam uma coloração linda. E as tilápias? Depois de um bom tempo, apareceu uma pequena, capturada no bichinho. Na vegetação ás margens, observei os ataques e rebojos de traíra se alimentando. Devido a falta de espaço na minha mochila, deixei meu molinetinho em casa. Mas, resolvi arriscar com uma linhada de mão, de uns 8 metros, com um anzol não muito grande, uma boia solta pra sinalizar e, de isca, um pedaço de lambari. Lancei e, sem muita pretensão, voltei aos lambaris. Outra situação que me surpreendeu, foi que os lambaris estavam atacando muito no bichinho. De repente, vi uma movimentação tímida da boia da linhada, fui na boa e comecei a puxar a linha e senti puxõezinhos e, tava lá, uma trairinha fisgada... liberei e como a isca ainda estava boa, linhada na água novamente. Entre uns lambarizinhos e acarás, mais uma movimentação na linhada, fui lá, comecei a recolher e as puxadas eram mais vigorosas e, tirei mais uma traíra, tamanho médio. O pedaço de peixe, a isca, ainda estava em condições, arrumei no anzol e tome linha na água. De repente, na vara maior, com um grande pedaço de minhoca entrelaçada no anzol, vi a boia numa movimentação de levada, pra mim, típica de tilápia e, das grandes, ferrei e a briga foi grande, a vara envergou e senti o bicho se debater e não subia, até que soltou!!! AAAAAH, que pena, não pude ver que peixe era, com certeza um troféu e tanto. Mas, a pescaria não tinha terminado e, novamente percebo movimento na linha, que ficou esticada, logo que iniciei o recolhimento, senti uma forte briga, era bicho grande, na recolhida, enroscou na vegetação e, quando vi, era A TRAÍRA!!! Com cautela, consegui livrar do enrosco e consegui fotografar a baita!!! Liberei ela e voltou tanquila pra casa!!! Que sensação maravilhosa capturar um grande exemplar e poder devolver pra água. Quase finalizando a pesca, capturei uma tiĺapia de palmo. Ainda consegui mais uns lambaris e acarás. QUE PESCARIA!!! Novamente consegui fazer uma ótima pescaria, muito produtiva e, novamente, adquiri mais experiência. No caminho, adquiri uma caixinha de isopor, ideal pra pescarias curtas, a baixa se deu por conta da minha mochila que sofreu um rasgo. Enfim, que show de pescaria.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Lambaris do Rio Tumiri em 15/10/2017!!!
No dia 15/10/2017, após uma chuva boa, fui arriscar a captura de alguns bagres no Rio Tumiri, em Colombo. Como já disse em outras ocasiões, a pesca não é uma ciência exata, tanto que me deparei com um cenário típico para capturas de bagres, água turva e lenta. Para pesca de bagres, o ideal é que a isca esteja no fundo, no chão mesmo. Assim fiz e, pra minha surpresa, todas as capturas que consegui, foram lambaris. Os peixes estavam manhosos e, quando a puxada era vigorosa, fisgava os pequenos. Quando eram puxadas tímidas, fisgava os bitelos. Nesta pescaria, me manti resistente aos ensinamentos que recebi de outros pescadores, por exemplo, explorar vários pontos. Eu me atrelei muito a um poço que sempre pesquei e obtive certo sucesso. Fui com apenas uma varinha de 2,70m (esquema bóia-chumbo-anzol) e a boa e velha minhoca como isca. Foi uma pescaria curiosa, mas que serviu como impulso pra testar novas técnicas.
segunda-feira, 27 de março de 2017
Visitando as Cavas de Pinhais em 25/03/2017: conhecendo novos pontos!!!
Dia 25, sábado, resolvi dar uma passada nas Cavas em Pinhais, afinal, a última vez que estive ali, foi em julho de 2016. Fui equipado com uma varinha de 2,7 m (linha 0,20 mm) no sistema bóia-chumbo-anzol e um molinete micro, como isca, somente minhoca. Ao chegar ao local, encontrei a estrada Ecológica pavimentada. Entretanto, ao chegar no acesso do caminho que me levava a um produtivo pesqueiro, devido obras de revitalização, criaram uma especie de canal que margeia todo o local. Continuei margeando o canal até que encontrei uma ponte improvisada e tive acesso a outro pesqueiros. A paisagem das Cavas é muito interessante e bonita. A pescaria em si, não foi das mais produtivas, peixes muito manhosos e apesar do sol, água fria. As primeiras fisgadas trouxeram pequenos lambaris. Em outro ponto, poucas ações e capturei dois acarás e mais um pequeno lambari. Acredito que o tamanho diminuto dos lambaris se dê as primeiras crias primeiros da última piracema. Quando a luz diminuiu bem, resolvi partir em retirada, mas algo dizia que eu deveria tentar no canal, de cima da ponte improvisada. Nas primeiras largadas de isca, algumas beliscadas vigorosas e não demorou muito pra fisgar mais alguns lambaris, de bom tamanho. Notei que neste canal, a água estava mais quente. Enfim, anoiteceu e não tinha mais condições de pescar. Fico agora esperando a proxima oportunidade pra voltar e fazer uma exploração do canal.
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