Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Uma excelente pescaria de acarás e tilápias selvagens nas cavas em Pinhais!!!
Um dia nublado, garoa a todo momento. Escolhi voltar mais uma vez às cavas em Pinhais, ao lado do Parque das Águas. Caminhei por uns 500 metros pela estrada Ecologica em busca de algum ponto. Ao achar um ponto que seria ideal, percebi que tinha pescadores e continuei minha busca e encontrei um ponto que me gerou dúvidas se seria o ideal, pois aparentemente não tinha indícios de pescaria recente. Olhei a beira da água e percebi que era um poço profundo. Me instalei, levei uma quantidade razoável de equipamentos: minha mochila da Marine Sports, qual substituí a cadeira por uma banqueta, nela trouxe uma corda de varal, água, alimento, ferramenta multi-funções e um saco de lixo. Levei meu porta-varas com três varas telescópicas, sendo uma preparada pra tilápias, e um conjunto ultralight, meu Jimny da Marine Sports. Como iscas, minhoca (essa nunca mais vai faltar nas minhas pescarias), bicho da laranja e milho verde. A ceva, desta vez eu simplifiquei: misturei quirera e farinha de rosca, molhei com um pouco de água do local e fiz algumas bolotas e joguei nos locais onde ia lançar as iscas. De fato, fui bem despretensioso pois o dia não parecia dos melhores e era o último dia de lua minguante (boa pra pesca). Acertei a mão!!! Equipamentos, iscas e ceva renderam a MELHOR PESCARIA DE TILÁPIAS NATIVAS!!! Finalmente, depois de estudar técnicas, dicas e algumas tentativas frustradas, fui surpreendido por uma pescaria fantástica. Fora as tilápias, o destaque foram os belíssimos e grandes acarás que capturei, sendo o maior peixe dia, um chinélão. A pescaria começou com um acará grande no bichinho. A varinha que mais trabalhou, foi uma “xing ling” de 2,7 metros que já possuo mais de 9 anos e nela, capturei a minha primeira tilápia de palmo, tambem no bichinho. A “tilapera” passou a maior parte do tempo, iscada com milho, várias ações e eu perdia, pois ainda não me acostumei a pescar sem flutuador. A garoa ia e voltava, num certo ponto virou chuva e, aprontei uma cobertura improvisada com corda de varal e o saco de lixo, vesti a capa de chuva e fiquei confortável, abrigado e seco, assim como meus equipamentos. A varinha véia ia me enchendo de alegria e tirei mais algumas tilápias de palmo e algumas pequenas. De repente, olhei a linha da tilapera e percebi a carregada, fisguei e consegui uma excelente tilápia no milho. A tilapera voltou a funcionar com bichinho e rendeu mais uma bocuda. Não tive ações no molinete. Outro fato interessante, foi a minhoca que quase não rendeu, porém, foi com ela que capturei o troféu do dia. Mais um fato, os lambaris pouco apareceram, fisguei quatro, mas de tamanho impressionante, sendo que um foi pego pelo rabo. Como optei pelo uso de anzóis pequenos, a taxa de capturas foi grande, mas, por três vezes meu coração acelerou: na primeira, fisquei e senti o peso, o peixe escapou e quando fui conferir, o anzol quebrou. Na segunda, com a varinha, o peixe fisgou e a briga terminou com o anzol pulando numa estilingada. A terceira,, mais uma vez após a fisgada, a briga e a fuga, conferi o anzol e o mesmo abriu. Pelo tipo da puxada, creio que se tratava de grandes tilápias, mas provavelmente só vou poder comprovar na próxima temporada de tilápias, já que esta praticamente acabou. Fui na simplicidade,, quase que desacreditado, mas o mínimo de conhecimento e um pouco de preparo, além do ponto e o dia, posso afirmar que consegui uma pescaria perfeita. Momentos na natureza, um pouco de conforto e uma cerveja gelada, que o sabor se destaca em momentos assim, faz cada minuto valer a pena.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Enfim, a tão esperada pescaria noturna, em 30/03/2018!!!
Pescar à noite. Há muito tempo, eu e meu amigo Marcos Paulo estávamos ensaiando umaa pescaria noturna e a chance apareceu e foi efetivada em 30/03/2018, feriado Santo. O local, ótima escolha, o tanque da chacara da sogra dele. Após preparar tudo o que precisaríamos pra passar bem, nos deslocamos e demos início à logística até a beira do lago. Montamos uma cobertura e tambem uma barraca. Cevamos e começamos a pescar efetivamente após as 16 horas. A chuva deu trégua e o tempo ficou relativamente limpo. Porém, pouquíssimas ações e poucas capturas. E quando tinha uma ação mais contundente, perdia a chance. Enfim, anoiteceu e preparamos lanternas e duas fogueiras, que clima de acampamento que há tempos não sentia. Durante a noite, Marcos Paulo capturou duas ótimas traíras. Eu, infelizmente, consegui alguns acarás. O fato mais interessante, foi uma captura de uma rã, que abatemos e assamos, saboreando-a em seguida, que delícia. Lua alta, clara e nada de peixes. Enfim, nos recolhemos pra barraca e 5 e meia da manhã, levantamos e fomos conferir as linhas e nada, nem beliscou. Desmontamos o acampamento e partimos embora. Pode ser que, em relação a quantidade de peixes, foi fraca, mas a pescaria em si, em especial a pesca noturna, é muito emocionante, muitas lembranças ficam guardadas na cabeça: a amizade que fortalece, a cerveja que fica mais saborosa, os alimentos que ganham sabores, a fumaça, enfim, uma aventura e tanto. É um relato que fica devendo em relação a técnicas e dicas, mas sobra em emoção e que em breve repetirei.
quarta-feira, 21 de março de 2018
Lanterna de cabeça: praticidade nas pescarias noturnas!!!
As vezes, quando estamos em uma aventura ou pescaria, pode ser comum passar da hora de ir embora e se deparar com o anoitecer, o que pode significar problemas e apuros se por exemplo tiver que se deslocar em uma mata. Então, como estar preparado é um lema, nas minhas tralhas, tenho uma lanterna de cabeça. A funcionalidade está principalmente e poder ter as mãos livres. Mas no caso de estar em uma pescaria noturna, uma lanterna de cabeça irá ser muito útil nas trocas de isca e manuseio de equipamentos. Por isso, resolvi providenciar a aquisição de mais este equipamento.
Ferramenta Multi-Função: por que ter em suas tralhas?
Estar preparado! Este tem sido um lema que estou adotando tanto pra vida, como e principalmente na pescaria. E equipamentos mínimos e básicos podem fazer diferença no que diz em respeito a conforto e ter uma boa pescaria. Aos poucos estou me equipando para garantir excelentes aventuras. Tenho acompanhado canais e mídias sobrevivencialistas, bushcrafts, de atividades outdoor em geral, de maneira que aproveito as dicas e lições. Um ítem que observei ser muito importante, é a ferramenta multi-função, pois vai ser possivel realizar tarefas simples e que vão auxiliar na pescaria. Optei por uma ferramenta, que possui um pequeno machado, martelo, alicate, lamina, serras, espátula e lixa. Claro que não dá pra construir uma casa, respeitando os limites da ferramenta, é possível cortar pequenas madeiras pra construir um abrigo simples. Cortar fios e cordas. Enfim, pra não passar apuro.
terça-feira, 13 de março de 2018
Cadeira+Mochila Marine Sports
Enquanto não consigo fazer uma boa pescaria, vou adquirindo equipamentos e materiais pra tornar minha paixão mais estilosa. Por um preço legal em relação ao custo X benefício, posso compactar e facilitar o transporte de materiais pra pesca. A cadeira é confortável e pode ser separada da mochila, esta possui uma bolsa com um espaço bom pra transporte de iscas e suprimentos, alem de tres bolsos externos, pra ítens menores. A desvantagem da mochila é não comportar as varas telescopicas (recolhidas), mas apenas um detalhe que pode ser resolvido com um porta-varas. Com esta aquisição, resolvo um dos problemas que enfrentei nas ultimas aventuras: a falta de um bom banco. Em breve, ela estará me acompanhando.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Contando ninguem acredita: pescaria de praia com bichinho da laranja em 17/02/2018!!!
No sábado passado, desci para o litoral com minha família, na praia de Pontal do Sul, de águas calmas e pouca “muvuca”. Há tambem uma espécie de trapiche de pedras e, neste local, os pescadores se concentram. Eu levei algumas varinhas telescópicas, também uma ideia pra testar: como isca, bichinho de laranja!!! Isso mesmo, loucura? Talvez, mas como o fracasso já era provavel, vamos à luta! Usei uma vara de 3 metros, linha 0,20mm e anzol Keiryu 3, com uma boinha japonesa. Isquei o primeiro bichinho e percebi beliscadas manhosas, perdendo algumas iscas. Mas logo acertei um pesqueiro e em pouco tempo de pesca, cerca de uma hora e meia, capturei mais de 20 Cocorocas (Roncador), 3 Micholes e 2 Baiacus. Verdade que foram peixes pequenos, mas especialmente os cocorocas, num materialzinho leve, proporcionam uma grande diversão. Rapaz, meu teste foi um sucesso!!! Pelo menos nunca ouvi ou li algo sobre usar este tipo de isca na pescaria de água salgada. Simplesmente sensacional.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Testando técnicas tilapeiras: ceva super atrativa em 21/01/2018!!!
Minha saga em busca do aprendizado e experiência pra ter sucesso na captura de tilápias selvagens continua. Neste domingo passado, 21/01/2018 fui até um lago particular pra testar uma ceva, que aprendi no canal do Anderson Lucas Miranda, no Youtube. A ceva consiste em misturar, nas devidas proporções: milho azedo, ração de coelho, ração P40 e farinha de rosca. Ao chegar no pesqueiro escolhido, joga-se umas oito bolotas da ceva e em seguida, posiciona-se as varas e iscas. Nesta pescaria, que fiz junto com meu amigo Marcos Paulo, tínhamos bicho da laranja e minhoca para as bocudas!!! Não demorou muito e as capturas começaram com o Marcos, um acará e, deata vezos acarás foram dominantes. Não saiu nenhuma tilapinha e traíra. Mas calma, eu disse que não sairam tilapinhas! Certo momento, enquanto tirava uma acarazinho do anzol, vi a bóia da minha vara de 3 metros com anzól Gamakatsu 10 sumir com tudo, dando um tranco na vara que estava no suporte, esta iscada com bichinho. Isquei com minhoca e lancei pra água e, novamente aquela afundada e a ferrada: a vara envergava com o peso e a briga!!! Enfim, capturei minha grande e esperada tilápia selvagem!!! Que troféu, uma bela rendalli… Ainda perdi umas duas ou três puxadas parecidas… Mas ainda, pra coroar esta pescaria, estreei meu micro molinete com uma “tramela”, ou seja, uma bela tilápia de palmo… pelo que pude ver, na próxima pescaria neste lago, vou levar uma vara de 4 metros, para testar e tentar capturar algumas boas tilápias!!!
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