terça-feira, 26 de maio de 2015

Tutorial definitivo para pesca de lambaris em represas!!!

Bom, depois da minha última visita à Represa Capivari-Cachoeira, percebi que a pesca ao lambari, é uma verdadeira arte que, pode ser aprimorada a cada pescaria que se faz. Pescar em rios e córregos, com presença de correnteza e remansos, é algo que requer uma certa técnica (regular a altura da isca, escolha da isca e equipamentos). Mas como comentei, ter humildade pra aceitar dicas e aprender com que tem experiência, fará da gente, um excelente "lambarizeiro". As fotos não ilustram propriamente as dicas, mas espero ser claro na transcrição delas. Acompanhe!!! Equipamentos: no caso do lambari ser o peixe alvo e este, se apresentar em cardumes (diferente de ambientes de água corrente), assim sendo, quando devidamente atraídos, a pescaria se torna muito produtiva, de maneira que, fica praticamente impossível de usar mais de um equipamento. Recomendo o uso de uma vara superior a 3,3 metros (a vara Piabinha da Arsenal da Pesca tem sido minha preferência para lagos e represas). É interessante ter pelo mais uma vara superior aos 4 metros, para caso dos lambaris não encostarem próximos à margem. Linha entre 0,16 mm e 0,21 mm são ideais (monofilamento). Bóias pequenas ou flutuadores que suportem chumbos pequeninos, mas que devidamente equilibrados, garantam que a isca não afundem lentamente (do tipo arroz, oliva ou ervilha). Anzóis pequenos, na minha preferência, recomento o Keiryu Ring nº3. O tamanho da linha amarrada na vara, deve ser cerca de 20 a 40 cm maior que o comprimento da vara. Uma cadeira para se acomodar (leve e que facilite o transporte). Samburá para o caso de querer levar uma quantidade que garanta um "frito", mas desde que seja feita de maneira consciente (pra uma família de 5 adultos, por exemplo, 30 lambaris é suficiente, 6:1). Suporte de vara é importante para os momentos de poucas beliscadas e capturas. Uma maleta ou bolsa pequena, contendo flutuadores, chumbos, anzóis e linha reservas, assim como ferramentas que se façam necessárias (alicate de bico, de corte, tesoura, canivete). Um passaguá é indispensável, pois devido à ceva, há chances boas de uma grande carpa ou tilápia bater. Iscas: um verdadeiro "buffet" com variadas opções pode ser a diferença entre a frustração e o sucesso na pesca dos valentes lambaris, portanto, levem uma quantidade razoável de sagú (coloridos com corantes vermelho e amarelo), minhocas (puladeiras pequenas ou do tipo califórnia) e bicho do pão. No caso do sagú, as chances de se capturar apenas lambaris é maior, mas a fisgada tem que ser mais ágil, pois pela movimentação do flutuador (pequenos toques seguidos de pequenas afundadas), o "lambarizeiro" tem que ser perspicaz. As minhocas são mais resistentes às investidas, de maneira que quase sempre, a fisgada é logo após uma afundada considerável da bóia. Bicho do pão tambem tem uma resistência considerável em relação aos ataques dos lambaris, devendo o pescador ter calma e aguardar a afundada da boinha. No meu ponto de vista, a mais vantajosa é o sagú, pois é mais limpa e as ações dos lambaris são emocionantes. Ceva ou engodo: quirera molhada ou azeda é praticamente sucesso pra este tipo de pescaria. Use um tamanho variado entre fina e grossa. Caso a mesma seja muito fina, misture pequenas porcões com barro (do barranco da represa em que se pesca). Deve-se lançar pequenas quantidades de tempo em tempo, sempre na distância (até um pouco mais curta) do alcance da isca (flutuador). Procure cevar assim que iniciar a pescaria e toda a vez que as ações diminuírem. Alimentação: comidas leves e líquidos (da preferência de cada um, lembrando de que se beber -álcool- não dirija), que se acomodem em caixas térmicas que sejam fáceis de carregar. Vestes adequadas de acordo com o gosto de cada um (conforto), boné ou chapéu e itens para proteção (filtro solar e repelente) ficam a critério de cada um. Manter a atenção na boia, é o principal fator nesta modalidade. Não se engane, pois apesar de pequeno, o lambari (especialmente o rabo-vermelho do Capivari) são valentes e fortes, proporcionando muita esportividade quando utilizado um material proporcional e equilibrado. Outros peixes, evidentemente batem, pequenas tilápias e acarás tambem garantem muita diversão. Espero que as informações aqui, sirvam de base pra quem quer se iniciar nesta modalidade, atrás deste peixe incrível e tambem para aqueles que já praticam a pesca ao valente prateadinho. Claro que, como à pesca não é uma ciência exata, informação e dicas, nunca são demais. No caso de alguma dúvida, meu e-mail está à disposição ou, se preferir, deixe um comentário, preferencialmente com a sua identificação. Estas dicas são aplicáveis para pesca em represas, lagos, cavas e tanques (açudes). Nunca deixe sujeira e resíduos, vamos preservar os locais de pesca, traga seu lixo embora. Não cometa matanças, solte os pequenos, pois tamanho ideal para se levar um lambari pra consumo, é de 12 cm ou mais.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Dia do trabalho: Pescando com amigo pra comemorar!!!

Boa noite! Há muito tempo, venho tentando concretizar uma pescaria com meu grande amigo, Macos Paulo, desta vez, tudo deu certo: escolhemos um feriado, dia 01/05/2015 (dia do trabalho, que dureza). Escolhemos o tanque que fica em uma chácara particular (por isso, não será informado a exatidão do local). Levamos as esposas (eu, levei minha filha junto). Preparamos uma logística apropriada para passar uma noite no local, mas só íamos passar o dia, pra dar um pouco de conforto às mulheres. Utilizamos conjuntos de molinetes leves e varinhas lisas (bem equilibradas) para a pesca na beirada, atrás de peixinhos. As iscas foram minhocas e coração de frango. Infelizmente, mesmo sendo particular, o lago sofre grande pressão de pesca por "visitantes". Instalações: ao chegar no tanque, após abrir a "picada", montamos uma barraca e providenciamos uma tenda, para proteção do sol e, ainda bem que o tempo estava aberto, uma eventual chuva. Improvisamos uma churrasqueira, onde preparamos um delicioso churrasco. Faltava uma mesa, aí veio o momento "cacetada": O Marcos Paulo encontrou um toquinho (foto), que veio rolando morro abaixo, assim que estávamos pra descê-lo no local onde acampamos, eu disse: -"Larga que eu seguro essa no peito!!!" Pedido feito, pedido atendido: logo que começou a rolar, escorreguei e o bendito "toco", quase rolou por cima de mim, mas parou em cima de meu braço, logo: -"Ai, ai, ai, ai... me ajuda aqui, tira este treco de cima do meu braço..."! Não me feri, fora as risadas!!! A pescaria: dado o tempo gasto na montagem das instalações para o conforto das companheiras, pescamos por cerca de uma hora e pouco. Mis tarde, chegaram alguns amigos acabamos por fazer mais um churrasquinho e dar boas risadas, degustar uma cervejinha... O primeiro peixe, foi uma traíra, que capturei enquanto acendia o fogo. Logo, o Marcos Paulo capturou uma e completei o dublê, com uma tilapinha. Capturamos ainda, alguns acarás e finalizei com um belíssimo lambari. Não foi aquela pescaria em quantidade de ações e peixes, mas foi só diversão. A conclusão de tudo: momentos com a família e amigos, contato com a natureza, a parceria estreitada, risadas e pescaria, tornam a vida muito mais prazerosa. Apesar de ser um local artificial, soltamos todos os peixes em perfeitas condições. Limpamos tudo e partimos pra casa, com muita tranquilidade, não vendo a hora de combinar a próxima!!!

terça-feira, 21 de abril de 2015

Pescaria de Jundiás e Guascas no afluente do Palmital!!!

Boa noite!!! Varinha super leve, linha fina, anzol pequeno e minhoca: o resultado não podia ser melhor, envergando as varinhas com as puxadas características de jundiás de respeito!!! Hoje, 21/04/2015 à tarde, após uma soneca da tarde, escuto aquela chuva, aguardei parar, "catei" as minhocas, preparei os conjuntos e parti, pro afluente do Palmital. O velho conhecido: O pescador de chinelo, mochila e sua cervejinha voltou!!! Fui observando os córregos, aquela água barrenta dizia: vai dar bagre hoje!!! Chegando ao ponto de pesca, mal me instalei, arrumei uma varinha, isquei um pedaço de minhoca, soltei na água e, PAAAAAAM: varinha chorava, "vergava", linha pra um lado, linha pro outro e tava lá, o primeiro e maior jundiá do dia, 30 cm ou mais. Troquei a varinha, com anzol Keiryu nº3, minhoca iscada e lá vai: bóia correndo e, PAAAAM, mais um, um pouco menor, jundiá: pensa nuns bagrosos de respeito, nervosos, fortes e briguentos. Foto, libera o anzol e água. A água continuava barrenta, apesar da chuva ter parado. Como o alvo era o bagre, a pesca foi de espera, mas nem tanta assim. Com uma hora cravada, foram 9 ações e 7 capturas. Pouco antes de levantar acampamento, juntar o pouco lixo pra partir rumo pra casa, as carregadas nervosas, trocaram por "mamadas" e levadas tímidas, eram as pequenas "guascas" que davam o ar da graça: felicidade superando a frustração, pois mesmo pequenas, deram a entender que os peixes nesta altura do Palmital, estão se reproduzindo, mesmo com a degradação que, conforme a última vez que ali estive, não mudou muito, eles superam as adversidades. O saldo: 5 jundiás e 2 guascas, além de um lambari serelepe que fugiu, em uma hora cravada de pescaria. Vale ressaltar: Oxi rapaziada, não custa nada por a mão na consciência e preservar, pequenas atitudes não custam nada e fazem sim, diferença no futuro. Recolher o próprio lixo e, o de terceiros, pescar e soltar os peixes em ambientes naturais (afinal, quem quer comer peixe, vai no pesque e pague) e cuidar dos peixes no manuseio, garantem a continuidade deste esporte maravilhoso. Uma horinha de pesca, garantem dias de trabalho e luta om menos estres. Salvei o feriado, meu aniversário e a proximidade da "friaca", com uma pescaria muito satisfatória!!!

sábado, 18 de abril de 2015

Pescaria Represa Capivari-Cachoeira em 12/04/2015!!!

Bom dia!!! Bom, o post está atrasado, devido problemas no PC!!! A pescaria se deu no dia 12/o4/2015 e, o local, não poderia ser melhor: uma chacara particular na represa do Capivari-Cachoeira! Pra evitar que o local seja identificado, não tirei muitas fotos mas, o que não faltou foram peixes e, principalmente, muita experiência. Vou relatar por partes: A logística: No sábado, comprei alguns ítens que faltavam, como um samburá, suportes de vara, massa, quirera e providenciei minhocas e milho verde cozido. Logo às 4 hs da manhã do domingo, dia da pesca, estava de pé e guardávamos a tralha no carro do grande "Seu Zé". Passamos no posto, para comprar gelo e algumas bebidas e partimos pegar o "Seu Gomes" na casa dele, em seguida, partimos pra represa em Campina Grande do Sul, acompanhados pela neblina forte que caíra. Encaramos um trecho de estrada de terra, sobe e desce serra e, chegamos. Separamos o que usaríamos e descemos pra beira da água. Equipamentos: como iríamos "lambarizar", uma vara de mão lisa era suficiente, devidamente equilibrados em relação à linha, boía, chumbada e anzol. Cada um de nós três preparou seu "pesqueiro" e lançou suas iscas na água. Cadeirinha, samburá, iscas e materiais no lado e esperamos os valentes lambaris. Por sua vez, dado o potencial do local, por não ter ocorrências de redes e tarrafeiros, apostei num conjunto de molinete ultra-light, na pesca de fundo, atrás de algum bagre. Pescaria: o "Seu Gomes" iniciou os trabalhos e a aula de pesca ao lambari em menos de 5 minutos, capturando um açú! O "Seu Zé" e eu, ainda estávamos ajeitando as tralhas, e "Seu Gomes" ia tirando seus lambaris. Comecei e insisti durante boa parte da pescaria, usando as minhocas, nesta tática, capturei inúmeras tilápias pequenas, algumas com cerca de 20 cm. Pensei, lambari pra mim, nem pra remédio até que peguei o primeiro. Minha idéia era de levar cerca de 30 lambaris pra fazer um "frito", mais que isso, seria covardia e desperdício, mas este primeiro, soltei (apenas foto). De repente, uma sequencia de puxadas vigorosas no meu conjunto de molinete, nem ferrei, apenas trouxe o bicho, sem muita resistência é verdade, imaginei ser um pequeno peixe, eis que, logo próximo à beira, vi uma das imagens mais marcantes na minha vida na pesca: aquele branco reluzindo, girando e revelando uma cor amarela linda: Um "sêpo" de um bagre amarelo!!! Controlei a euforia apenas dizendo -""Seu Zé" do céu, olha o tamanho do bagre!!!" Apanhei meu passaguá e "estacionei o "baita"!!! Tava lá: O M A I O R B A G R E da minha vida!!! Estava fisgado pelo canivete, liberei do anzol, por sorte ou azar, não queria levar um exemplar daquele pra virar "rango", quando me preparava pra fotografar, uma leve "rabeada" e PAAAAM, o bicho escorrega e cai na água... Virou "estória de pescadô"!!! Eu, apesar do "trauma" de não ter fotografado o troféu, continuei na "lida" atrás de alguns lambaris, agora com dois conjuntos de molinete, a fim de capturar os bagres ou outra espécie, acabei que, com minha varinha "Piabinha" de 3,3 m da Arsenal da Pesca e a "King Naja" da Lizzard, fisgando uma tilápia atrás da outra e, volta e meia, capturando ora um bagre amarelo, ora um jundiá nos molinetes. O "Seu Zé" não estava muito diferente, mas alternava entre várias tilapinhas e alguns lambaris. O "Seu Gomes", rapaz do céu, era um lambari atrás do outro, INACREDITÁVEL!!! Resolvi, depois de algum tepmo, ceder e usar o sagú (cor vermelha), mudando o cenário e começando a captura dos lambaris. O golpe de mestre, foi o "bicho-do-pão", com taxa de quase 1 peixe pra cada bichinho iscado. Trouxe cerca de 30 lambaris e uns 3 bagres (engoliram o anzol) pra casa, o "Seu Gomes" cerca de 100, sendo que, ele deve ter capturado uns 150 lambaris, o "Seu Zé" trouxe alguns tambem. Perto de vir embora, tive uma pequena parada cardíaca: uma puxada leve e um peso descomunal, devia ser uma carpa, mas a marota enroscou e trouxe apenas um galho. Alimentação: bebidas e sanduíches são o mais indicado para pescarias rápidas como esta. Aprendizado: tive humildade e, absorvi várias lições nesta pescaria, por sua vez, estou preparando um post especial, dedicado principalmente à pesca de lambari em represas. Eu achava que conhecia da arte, mas principalmente, o "Seu Gomes", me ensinou vários macetes para ter sucesso com os valentes lambaris. Outra coisa, a importância da parceria, dando várias risadas. Preservando a natureza, não deixamos nada de lixo pra trás. Contemplei a natureza, observei várias cenas maravilhosas. Abraço!!!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Garantindo o peixe da sexta-feira santa: no Pesque Pague do Tche, em Colombo!!!

Segue mais um relato de pescaria, realizada no Pesque Pague do Tche,
em Colombo. Neste feriado da Paixao, 03/04/2015, apos aquela correria
atras dos ovos de pascoa, resolvi ir atras do almoco, em respeito, um
bom peixe. Pensei: por que nao pescar ao inves de comprar peixe
congelado? Ao chegar no pesque pague do Tche, logo desisti, dado a
quantidade de gente e fui para o Rio da Prata, mas os tanques de
pesque pague foram secados para venda doas peixes. Fui ao NJS, mas
nao me animei, acabei voltando ao Tche. Como o tanque tilapias estava
cheio, fui acertando minha vara Lizard King Naja, de 3 metros com
linha 0,35 mm e peninha, ate que, vagou um lugar e parti pro tanque.
Usei minhocas e nada. Observei a profundidade e adaptei uma pequena
boia na pena. Troquei a linha pra uma de 0,21 mm da Sumax (loucura).
Troquei a isca, usei a massa do pesqueiro e consegui 5 boas tilapias
na casa de 1 kg cada. Parti pra casa e me esbaldei com elas temperadas
em sal e limao, embrulhadas no papel aluminio. Apesar de nao ser minha
preferencia, esta experiencia no pesque pague do Tche, foi muito
legal.

terça-feira, 31 de março de 2015

Pesqueiro do Rone, em Colombo: tem peixe bom, mas os pequenos deram show!!!

Boa noite. Hoje vou relatar uma experiência num pague pesque: Pesqueiro do Rone! A idéia inicial era de acompanhar o "Seu Zé" e o "Seu Gomes", dois experientes pescadores e lambarizeiros inveterados, na represa do Capivari-Cachoeira, mas devido ao tempo incerto (risco de chuvas), optamos em conhecer o Pesqueiro do Rone, que fica em Colombo. O esquema é assim: paga-se R$20,00 por pescador que pode optar em pescar em dois tanques divididos em pesca com vara de mão (lisa) com opção de capturar tilápias, carpas, pacus, jundiás, catfishes, acará ou, no outro tanque, com possibilidade de uso de molinetes/ carretilhas visando as carpas-cabeçudas, tendo como cota para levar pra casa, 10 kg de peixe. O local possui uma lanchonete com almoço sob encomenda, bebidas, massas para pesca e alguns equipamentos de pesca. O local é bem simples e, apesar deste dia ter uma quantidade grande de pescadores, não vimos ou presenciamos bagunça ou confusão, muito importante. Recomendo apenas para pescadores. Ainda, conversei com um senhor no balcão da lanchonete que confirmou pesca noturna de sábado para domingo (todos fins de semana) pagando R$25,00. Foi difícil acertar um ponto para nos estabelecermos e lançar as linhas, acabamos optando pelo lago de varas de mão. Infelizmente, devido à chuva que caiu na maior parte do tempo, com algumas pausas, foram poucas as fotos. Nesta empreitada, por estarmos num ponto raso, ficamos pescando apenas alguns acarás (variados tamanhos) e tilápias de no máximo 20 cm, foram várias capturas. Usamos massas e principalmente minhocas. Durante a pescaria, pude ver outros pescadores retirando belas tilápias (acima de 1,5 kg), algumas carpas, jundiás, um grande catfish (cerca de 3 kg), além de duas oportunidades testemunhar os pacus cortando as linhas. Ao nosso lado, ainda, tivemos a companhia de uma Garça-Branca-Grande, que esperava sempre por um peixinho, muito mansa. Almoçamos, comida simples e gostosa. O mais importante, foi poder pescar com pessoas com mais experiência, dando muita risada e com o convite de novas pescarias. Espero retornar ao local e trazer um novo relato com mais fotos e peixes. Segue detalhes para quem se interessar em conhecer o local: Endereço: Rua Antenor Lazarini - Fervida, Colombo - PR, 83415-080 Telefone:(41) 9251-3981

terça-feira, 24 de março de 2015

Primeira pescaria do outono 2015: Cavas de Pinhais!

Bem que tentei, queria ter feito uma pescaria de despedida do verão mas, acabei adiando e consegui fazer uma boa pescaria de inauguração do outono de 2015, no domingo passado, 22/03/2015. Inicialmente, era pra ir ao Capivari, mas o tempo não colaborou e fui me aventurar nas cavas de Pinhais. A ideia era pescar no rio Iraí, logo após a travessia da rodovia, mas escolhi um ponto isolado nas cavas mesmo. levei umas tralhas leves e equilibradas, mas inaugurei uma nova categoria: pesca de carpa com chuveirinho de fundo, usando como isca a Massa Preta (massa de minhoca) da Biguá. Foi um tiro no escuro, pois não sei se há carpas no local. Tive, nesta modalidade, apenas um puxão vigoroso sem sucesso e nada mais. Dado este fato, unindo às ações dos peixes que estavam manhosos (com o frio, calor, garoa, tempo limpando e vento indo e voltando) devido a loucura que assolava a pressão atmosférica, acabei usando a massa como atrativo (engôdo/ ceva) e deu resultado: Acabei fisgando bons lambaris e um acará. Me dediquei à algumas fotografias dos pontos que me cercavam e concluí que pra uma pescaria mais produtiva, terei que explorar pontos mais isolados, de maneira que monte um acampamento e faça uma ceva bem caprichada, num dia que o tempo esteja mais firme ou faça uma exploração de pontos ao longo das cavas e me concentre no rio. Há uns dias atrás estive lá e, no rio tive algumas capturas de bons lambaris e testemunhei um pescador capturando e retirando um "mussum" (espécie de enguia/ pirambóia) da água. Poderá ser mais trabalhoso mas acho que o resultado, tanto na quantidade como na variedade de espécies, valerá a pena. Espero que, como estamos entrando num período de temperaturas amenas (quem conhece Curitiba e região sabe), consiga me dedicar um pouco ao "Carp Fishing", testando técnicas, iscas e conhecendo (recomendando) novos locais.