Boa tarde. Estou na expectativa e à espera de uma boa chuva, para uma
pescaria tendo como alvo os bagres. Como ainda não tenho uma pescaria
pra postar, vou postar algo que há uns dias vinha me deixando em
dúvidas: dias atrás, vendo algumas imagens de peixes nativos da bacia
do iguaçu, ao visualizar os tipos de bagres, um me chamou a atenção,
trata-se do "Guasca". Pouco se encontra sobre este bagre, o que pude
constatar, é que é um bagre de pequeno porte (o exemplar da foto,
tinha cerca de 15cm), a cabeça é mais achatada e a coloração varia do
amarelo ao cinza, a nadadeira adiposa é um pouco mais espessa que a do
jundiá.
Na ocasião da foto, quando o capturei, imaginei tratar-se de um
bagre-amarelo, mas as proporções dele, o tornavam um tanto quanto
diferente. A pescaria foi em um afluente do Palital. Portanto, mais
uma espécie que entra na minha lista de capturas.
Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Pescaria por água abaixo!!!
Por água abaixo...
Às vezes, uma pescaria pode se tornar uma aventura às avessas: sai
totalmente ao contrário do esperado, fazendo que a empolgação se
transforme em frustração.
Bom, no sábado (11/01), combinei com meu amigo (Chãn), de saírmos às
6h da manhã de domingo, em direção ao Palmital. Logo que o celular
despertou, me deu uma preguiça, mas como era pra pescar, saí rapidinho
e me preparei: catei as tralhas e a lata de minhocas e partimos
caminhar. Trinta minutos depois, estávamos chegando no primeiro
pesqueiro e de cara, a primeira situação desagradável: um "trabáio"
(cada qual com sua religião) na beira do rio, mas tudo bem,
respeitamos e prosseguimos. Comecei a preparar as varas e, quando fui
escolher uma isca, a segunda surpresa: as minhocas morreram e estavam
com fortíssimo cheiro da decomposição, mesmo assim, isquei um pedaço
não tão podre e estava dando certo, começava a visualizar as
beliscadas. De repente, percebi que de um minuto para o outro, o céu
escureceu, perguntei: "-Chan, é impressão minha ou escureceu?" e ele:
"-Impressão nada..." e eu: "-huuuuummm..." Quando me abaixei, pra
iscar outra minhoca, vi uma gota cair na tampa da lata e disse:
-Acho que vi uma gota!
E o Chan:
-Uma não, várias!!!
Tava aí a terceira surpresa desagradável, uma forte chuva, fazendo com
que a gente batesse em retirada. Andamos por uns 400m até um ponto de
ônibus,que usamos de abrigo por cerca de duas horas, até a chuva
passar. Depois de muito papo, foi possível retornar pra casa. Ao
passar por um dos pontos de pesca, vi a água barrenta transbordando,
dava pra imaginar os bagrões alucinados. Pescar tem destas coisas, mas
algumas preocauções podem ser tomadas antecipadamente como: algumas
sacolas plásticas pra assegura que celulares e dinheiro ou documentos
não se molhem e, antes de sair, o mais importante, inspecionar as
iscas e tralhas.
Às vezes, uma pescaria pode se tornar uma aventura às avessas: sai
totalmente ao contrário do esperado, fazendo que a empolgação se
transforme em frustração.
Bom, no sábado (11/01), combinei com meu amigo (Chãn), de saírmos às
6h da manhã de domingo, em direção ao Palmital. Logo que o celular
despertou, me deu uma preguiça, mas como era pra pescar, saí rapidinho
e me preparei: catei as tralhas e a lata de minhocas e partimos
caminhar. Trinta minutos depois, estávamos chegando no primeiro
pesqueiro e de cara, a primeira situação desagradável: um "trabáio"
(cada qual com sua religião) na beira do rio, mas tudo bem,
respeitamos e prosseguimos. Comecei a preparar as varas e, quando fui
escolher uma isca, a segunda surpresa: as minhocas morreram e estavam
com fortíssimo cheiro da decomposição, mesmo assim, isquei um pedaço
não tão podre e estava dando certo, começava a visualizar as
beliscadas. De repente, percebi que de um minuto para o outro, o céu
escureceu, perguntei: "-Chan, é impressão minha ou escureceu?" e ele:
"-Impressão nada..." e eu: "-huuuuummm..." Quando me abaixei, pra
iscar outra minhoca, vi uma gota cair na tampa da lata e disse:
-Acho que vi uma gota!
E o Chan:
-Uma não, várias!!!
Tava aí a terceira surpresa desagradável, uma forte chuva, fazendo com
que a gente batesse em retirada. Andamos por uns 400m até um ponto de
ônibus,que usamos de abrigo por cerca de duas horas, até a chuva
passar. Depois de muito papo, foi possível retornar pra casa. Ao
passar por um dos pontos de pesca, vi a água barrenta transbordando,
dava pra imaginar os bagrões alucinados. Pescar tem destas coisas, mas
algumas preocauções podem ser tomadas antecipadamente como: algumas
sacolas plásticas pra assegura que celulares e dinheiro ou documentos
não se molhem e, antes de sair, o mais importante, inspecionar as
iscas e tralhas.
Novo e-mail
A fim de personalizar o meu contato, agora, o meu novo e-mail é
edinaldopeska@gmail.com pra facilitar a comunicação, para quem quiser
enviar alguma dica, pergunta.
edinaldopeska@gmail.com pra facilitar a comunicação, para quem quiser
enviar alguma dica, pergunta.
Pescaria de Lambaris na correnteza em Bocaiuva do Sul - PR (Usina Roncador)
Como as metas foram traçadas (10 locais pra pesca e 15 espécies
capturadas), dia 11/01/2014, dei o primeiro passo: fiz um turismo
rural com minha família (esposa, filha e sobrinhos). O destino, foi a
cidade de Bocaiuva do Sul - PR, e através de muita pesquisa e
teimosia, conhecemos a "lendária" Usina do Roncador (Desativada há
mais de 40 anos). Fizemos um "pic-nic" e aproveitamos pra refrescar o
calor, no rio, que não sei nome, que não era fundo, pois como estava
com crianças, não ia arriscar a ir na barragem, que fica uns 200m rio
acima. Uma viagem de aproximadamente 30km da minha casa. O local é
desconhecido até dos moradores da cidade. Não há estrutura (comercio),
apenas chacaras, estacionamos o carro ao lado da rua (de terra) e após
conhecer o prédio (depredado pelos vândalos) e a ponte de madeira (não
me arriscaria a passar com o carro por ela), fomos até uma
barragenzinha de pedras lanchar e, como imaginava haver peixes no
local, armei uma varinha (com minhoca de isca) e vi minha rolha
afundar freneticamente, mas sem sucesso nas figadas. Quando estavamos
na ponte, arrisquei na corredeira e a boia dava indícios que os peixes
estavam assanhados. Uns minutos depois, consegui um lambari médio e
brigador, na correnteza então, valorizava a briga. As ações aumentaram
e, o tamanho tambem, peguei vários graúdos e briguentos, inclusive os
de rabo-vermelho e um lambari "canivete". Percebi que a força da água
aumentou, o que dificultou a pesca na correnteza... Mesmo assim,
enquanto brincavamos na água, observei alguns remansos e tentei mais
uma vez e capturei um enorme lambari do rabo-vermelho, quando pegava o
celular pra fotografar, o "baguá" escapou de minha mão e antecipou sua
volta pra água. Neste cenário, me senti numa pescaria de fly ou
tenkara numa corredeira europeia, pena que esqueci minhas iscas de fly
pra me aventurar no fly-caipira. Os peixes apenas coroaram um passeio
maravilhoso e animou a procura de novos locais, alem de me fazer
sentir ser o mestre da pesca de lambaris na corredeira. Valeu de mais.
capturadas), dia 11/01/2014, dei o primeiro passo: fiz um turismo
rural com minha família (esposa, filha e sobrinhos). O destino, foi a
cidade de Bocaiuva do Sul - PR, e através de muita pesquisa e
teimosia, conhecemos a "lendária" Usina do Roncador (Desativada há
mais de 40 anos). Fizemos um "pic-nic" e aproveitamos pra refrescar o
calor, no rio, que não sei nome, que não era fundo, pois como estava
com crianças, não ia arriscar a ir na barragem, que fica uns 200m rio
acima. Uma viagem de aproximadamente 30km da minha casa. O local é
desconhecido até dos moradores da cidade. Não há estrutura (comercio),
apenas chacaras, estacionamos o carro ao lado da rua (de terra) e após
conhecer o prédio (depredado pelos vândalos) e a ponte de madeira (não
me arriscaria a passar com o carro por ela), fomos até uma
barragenzinha de pedras lanchar e, como imaginava haver peixes no
local, armei uma varinha (com minhoca de isca) e vi minha rolha
afundar freneticamente, mas sem sucesso nas figadas. Quando estavamos
na ponte, arrisquei na corredeira e a boia dava indícios que os peixes
estavam assanhados. Uns minutos depois, consegui um lambari médio e
brigador, na correnteza então, valorizava a briga. As ações aumentaram
e, o tamanho tambem, peguei vários graúdos e briguentos, inclusive os
de rabo-vermelho e um lambari "canivete". Percebi que a força da água
aumentou, o que dificultou a pesca na correnteza... Mesmo assim,
enquanto brincavamos na água, observei alguns remansos e tentei mais
uma vez e capturei um enorme lambari do rabo-vermelho, quando pegava o
celular pra fotografar, o "baguá" escapou de minha mão e antecipou sua
volta pra água. Neste cenário, me senti numa pescaria de fly ou
tenkara numa corredeira europeia, pena que esqueci minhas iscas de fly
pra me aventurar no fly-caipira. Os peixes apenas coroaram um passeio
maravilhoso e animou a procura de novos locais, alem de me fazer
sentir ser o mestre da pesca de lambaris na corredeira. Valeu de mais.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
O ano de 2013!!!
O ano de 2013 está terminando e, num breve resumo, as pescarias (curtas é verdade) foram produtivas, visitei locais que há muito nao ia e, não consegui ir em todos que planejei. As capturas foram na grande maioria, de belos lambaris, jundiás e bagres, as surpresas ficaram por conta de ter capturado um belo acará e um magnífico caborja.
Como todos, tambem projeto metas, a minha principal para o ano que vai entrar, é de fisgar pelo menos 15 espécies e pescar em pelo menos 10 locais diferentes, de água doce.
Aqui deixo um voto de feliz ano novo, grandes fisgadas e o principal, muita alegria.
Abraços...
Como todos, tambem projeto metas, a minha principal para o ano que vai entrar, é de fisgar pelo menos 15 espécies e pescar em pelo menos 10 locais diferentes, de água doce.
Aqui deixo um voto de feliz ano novo, grandes fisgadas e o principal, muita alegria.
Abraços...
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Informações atualizadas sobre o Pesqueiro do Zezo, em Balsa Nova - PR
Um dos artigos mais visitados por aqui, que também recebo e-mails e mensagens com dúvidas e solicitações de informações, é sobre o "Pesqueiro do Zezo", em Balsa Nova, em cavas do Rio Iguaçú, com uma grande variedade de peixes. Como faz um bom tempo que fui lá, hoje resolvi dar uma ligada para o celular dele (que tenho até hoje na memória do meu celular) e, prontamente ele me atendeu.
Ele disse que estão atendendo, cujos valores são: R$12,00 (por pessoa) pra passar o dia e, R$18,00 (por pessoa) pra pernoitar. Além da lanchonete, ele disponibiliza de algumas churrasqueiras, que se pode usar livremente.
Para maiores informações (orientações de como chegar), ligue:
Pesqueiro do Zezo (Balsa Nova - PR):
(41)3104-6210 ou (41)9958-9875
Eu já fui e gostei!!!
Ele disse que estão atendendo, cujos valores são: R$12,00 (por pessoa) pra passar o dia e, R$18,00 (por pessoa) pra pernoitar. Além da lanchonete, ele disponibiliza de algumas churrasqueiras, que se pode usar livremente.
Para maiores informações (orientações de como chegar), ligue:
Pesqueiro do Zezo (Balsa Nova - PR):
(41)3104-6210 ou (41)9958-9875
Eu já fui e gostei!!!
Assinar:
Postagens (Atom)












