Finalizando a série sobre iscas naturais, falarei sobre a utilização de massas na pescaria:
para fazer uma boa massa, muitas vezes vai depender da experiência do pescador, sorte e dicas, estas podendo ser obtidas através de outros pescadores ou pela mídia. Muitos ingredientes podem ser utilizados para uma massa de pescaria: trigo, fubá, farinha de milho e mandioca, batata doce, paçoca de amendoim, ração (cachorro, gato e peixe), suco em pó, baunilha, enfim, vai da criatividade e peixe alvo. Podemos capturar uma grande variedade de peixes através do uso de massas: lambaris, acarás, piaus, piapara, tilápia, carpa... Há hoje em dia, massas industrializadas com diversos sabores, cor e indicadas para peixes específicos.
Outro fato é que, com a internet podemos obter as mais variadas receitas para os diversos peixes.
Minha pesca mais comum é a de lambaris, que podem ser fisgados com massinhas, onde faço uma com trigo e água apenas, iscando bolinhas para os mesmos.
Enfim, este é o básico das iscas naturais.
Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Iscas Naturais: Capim e Erva
Dando sequencia na série sobre iscas naturais, vou falar brevemente sobre a pescaria com capim e não, não é pra fisgar "peixe-boi".
Aconselho a quem quiser saber mais sobre cada um destes, através de pesquisas mais específicas pela internet.
Basicamente, o peixe alvo nesta situação é a tilápia, embora já tenha ouvido relatos de "carpas- capim" pegando com capim cidreira.
Papuã: tipo de capim que se encontra em toceiras, devendo-se cortar em pedaços de cerca de 10 cm, amarrar com a linha e prender o anzól no caule.
Quicuio ou Picuio: tambem encontrado em toceiras, sendo que devemos escolher as duas últimas ou mais tenras, cortando em pedaços de 10 cm e prendendo no anzol no caule.
Erva doce: erva de cheiro e aroma únicos, devemos utilizar as ponteiras dos galhos, prendendo o anzol em seu caule.
Erva Cidreira ou Capim Santo ou Capim Limão: capim de sabor semelhente a limão, iscar pelo caule, pedaços de até 10 cm.
Podemos destacar que, o capim cidreira e a erva doce, servem para se fazer a ceva, amarrando toceiras em pedras e jogando na água,onde lançaremos as iscas. A desvantagem está na necessidade de substituir a isca várias vezes. Escolha um local afastado dos demais, pois nesta modalidade, silencio será primordial. Varas de 3 a 4 metros são as mais indicadas, com linha mestre do tamanho das mesmas, atada a um girador, chumbo pequeno e pernada com até 2 anzois em até 20 cm um do outro.
Aconselho a quem quiser saber mais sobre cada um destes, através de pesquisas mais específicas pela internet.
Basicamente, o peixe alvo nesta situação é a tilápia, embora já tenha ouvido relatos de "carpas- capim" pegando com capim cidreira.
Papuã: tipo de capim que se encontra em toceiras, devendo-se cortar em pedaços de cerca de 10 cm, amarrar com a linha e prender o anzól no caule.
Quicuio ou Picuio: tambem encontrado em toceiras, sendo que devemos escolher as duas últimas ou mais tenras, cortando em pedaços de 10 cm e prendendo no anzol no caule.
Erva doce: erva de cheiro e aroma únicos, devemos utilizar as ponteiras dos galhos, prendendo o anzol em seu caule.
Erva Cidreira ou Capim Santo ou Capim Limão: capim de sabor semelhente a limão, iscar pelo caule, pedaços de até 10 cm.
Podemos destacar que, o capim cidreira e a erva doce, servem para se fazer a ceva, amarrando toceiras em pedras e jogando na água,onde lançaremos as iscas. A desvantagem está na necessidade de substituir a isca várias vezes. Escolha um local afastado dos demais, pois nesta modalidade, silencio será primordial. Varas de 3 a 4 metros são as mais indicadas, com linha mestre do tamanho das mesmas, atada a um girador, chumbo pequeno e pernada com até 2 anzois em até 20 cm um do outro.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Iscas Naturais: Carne, frango e peixe.
Visando os peixes do topo da cadeia alimentar, encontrados nos rios e lagos, principalmente de Curitiba e região, temos uma gama de opções de iscas. A maioria dos veículos de comunicação direcionados à pesca, dão ênfase para iscas artificiais.
Por experiência, quando vou a um local, em que há incidência de muitas espécies, levo várias opções de iscas, visando as traíras, bagres, saicangas e até mesmo outra espécie maior. Confira a lista:
Carne: pedaços de carne bovina, mais específico, de coração, é bem indicada principalmente para bagres ou jundiás.
Frango: pedaços de peito de frango, são bem produtivos para bagres (incluindo mandis e jundiás) e traíras. O fígado pode ser exclusivo para bagres em geral. Já a tripa de frango, além de muito produtiva para os bagres em geral, pode ser atrativa para tilápias e traíras.
Peixes: podemos utilizar os pequenos peixes para fisgar praticamente qualquer espécie.
Lambaris, "carazinhos (acará)", "barrigudinhos (garú)" e pequenas tilápias podem ser iscados inteiros ou em pedaços, tendo como resultado, fisgar traíras, bagres em geral (bagre, jundiá, mandi), tilápias maiores e outros mais que venham a existir nas águas do pesqueiro. Iscá-los de forma a mantê-los vivos por mais tempo, pode ser o diferencial para exemplares maiores, devendo transpassar o anzol pela narina do peixinho ou iscá-lo pela cauda, assim, se por exemplo, estiver pescando próximo a uma grota no Capivari ou Vossoroca, pode pintar um Blackão no anzol.
Por experiência, quando vou a um local, em que há incidência de muitas espécies, levo várias opções de iscas, visando as traíras, bagres, saicangas e até mesmo outra espécie maior. Confira a lista:
Carne: pedaços de carne bovina, mais específico, de coração, é bem indicada principalmente para bagres ou jundiás.
Frango: pedaços de peito de frango, são bem produtivos para bagres (incluindo mandis e jundiás) e traíras. O fígado pode ser exclusivo para bagres em geral. Já a tripa de frango, além de muito produtiva para os bagres em geral, pode ser atrativa para tilápias e traíras.
Peixes: podemos utilizar os pequenos peixes para fisgar praticamente qualquer espécie.
Lambaris, "carazinhos (acará)", "barrigudinhos (garú)" e pequenas tilápias podem ser iscados inteiros ou em pedaços, tendo como resultado, fisgar traíras, bagres em geral (bagre, jundiá, mandi), tilápias maiores e outros mais que venham a existir nas águas do pesqueiro. Iscá-los de forma a mantê-los vivos por mais tempo, pode ser o diferencial para exemplares maiores, devendo transpassar o anzol pela narina do peixinho ou iscá-lo pela cauda, assim, se por exemplo, estiver pescando próximo a uma grota no Capivari ou Vossoroca, pode pintar um Blackão no anzol.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Iscas Naturais: Bicho da Laranja!
Bicho da Laranja:
Trata-se da larva de uma mosca que ataca frutas cítricas (laranja, ponkã, mimosa, morgote, tangenina, limão, etc). Há na internet, várias páginas com dicas e formas para criação deste inseto, mas, ao final de tudo, compensa mesmo é comprar em casas de pesca e pesqueiros, já que uma das desvantagens da sua criação, é o mau cheiro.
Uma isca indicada para a pescaria de pequenos peixes como lambari, tilápia, piau e até truta. mas acaba sendo muito indicada para a pesca de tilápias, devido o sucesso com as mesmas, sendo que, o problema é a quantidade usada a cada troca ou reposição das iscas: de três a seis de cada vez.
Tá aí, mais uma opção de isca natural.
Trata-se da larva de uma mosca que ataca frutas cítricas (laranja, ponkã, mimosa, morgote, tangenina, limão, etc). Há na internet, várias páginas com dicas e formas para criação deste inseto, mas, ao final de tudo, compensa mesmo é comprar em casas de pesca e pesqueiros, já que uma das desvantagens da sua criação, é o mau cheiro.
Uma isca indicada para a pescaria de pequenos peixes como lambari, tilápia, piau e até truta. mas acaba sendo muito indicada para a pesca de tilápias, devido o sucesso com as mesmas, sendo que, o problema é a quantidade usada a cada troca ou reposição das iscas: de três a seis de cada vez.
Tá aí, mais uma opção de isca natural.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Iscas Naturais: Bicho do Pão.
O bichinho do pão
Quem pesca em rios e lagos de represas, certamente já ouviu falar no uso de larvas (como o bichinho do pão/ laranja). Particularmente, nunca usei tais iscas, maa sempre ouvi falar no sucesso de quem o faz.
Dando sequência na série sobre iscas naturais, falarei um pouco sobre o bicho do pão (como é conhecido popularmente) ou bicho do farelo, sendo corretamente identificado como Tenébrio Molitor:
O bicho: São larvas de pragas que consomem, pão, açúcar e outros alimentos em depósitos.
Criação: há na internet, diversas páginas que auxiliam na criação destas larvas, que por sinal é bem simples.
Na pesca: indicado para a pesca de lambaris, podendo ser usada na captura de acarás e tilápias.
Algumas opniões se contradizem sobre a vantagem de criar as larvas, seja por questão de tempo, higienene e custo, onde pelo que li, é mais vantajoso comprar estas larvas e lojas de artigos de pesca e pesqueiros.
Quem pesca em rios e lagos de represas, certamente já ouviu falar no uso de larvas (como o bichinho do pão/ laranja). Particularmente, nunca usei tais iscas, maa sempre ouvi falar no sucesso de quem o faz.
Dando sequência na série sobre iscas naturais, falarei um pouco sobre o bicho do pão (como é conhecido popularmente) ou bicho do farelo, sendo corretamente identificado como Tenébrio Molitor:
O bicho: São larvas de pragas que consomem, pão, açúcar e outros alimentos em depósitos.
Criação: há na internet, diversas páginas que auxiliam na criação destas larvas, que por sinal é bem simples.
Na pesca: indicado para a pesca de lambaris, podendo ser usada na captura de acarás e tilápias.
Algumas opniões se contradizem sobre a vantagem de criar as larvas, seja por questão de tempo, higienene e custo, onde pelo que li, é mais vantajoso comprar estas larvas e lojas de artigos de pesca e pesqueiros.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Rio Canguiri, Colombo
Rio Canguiri:
No último dia 17/02/203, tinha uma pescaria combinada mas, por alguns motivos não foi concretizada. Após o almoço, como ainda estava inquieto pela frustração, combinei com minha esposa e filha, para irmos a um Pesk & Pag (Sitio das Palmeiras ou Toca do Chico), mas devido ao calor e o local possuir piscinas, estava muito cheio. Na volta, lembrei de um riozinho onde pesquei algumas vezes quando era "piázão": O Rio Canguiri.
Trata-se de um rio não muito largo, como todo fio de água que corta áreas urbanas, sofre com a poluição, mas ainda há possibilidade de pesca pelo que observei, apenas é preciso escolher um dia, após uma chuva, para pegar o local com bom nível de água.
O trecho que escolhi, fica numa ponte, na estrada em direção à Campina Grande do Sul (Jd. Paulista), passando pela Colônia Faria, próximo à Eternit.
Este rio deságua na represa do Iraí. As espécies que já fisguei no local foram de lambaris e acarás, mas a espectativa, assim como para todos os rios desta região, é fisgar bagres, jundiás, mandis, saicangas, jacundás e traíras, além de espécies que eventualmente possam escapar de tanques particulares (Tilápias e Carpas).
O que é certo que a pescaria que farei, será postada aki.
No último dia 17/02/203, tinha uma pescaria combinada mas, por alguns motivos não foi concretizada. Após o almoço, como ainda estava inquieto pela frustração, combinei com minha esposa e filha, para irmos a um Pesk & Pag (Sitio das Palmeiras ou Toca do Chico), mas devido ao calor e o local possuir piscinas, estava muito cheio. Na volta, lembrei de um riozinho onde pesquei algumas vezes quando era "piázão": O Rio Canguiri.
Trata-se de um rio não muito largo, como todo fio de água que corta áreas urbanas, sofre com a poluição, mas ainda há possibilidade de pesca pelo que observei, apenas é preciso escolher um dia, após uma chuva, para pegar o local com bom nível de água.
O trecho que escolhi, fica numa ponte, na estrada em direção à Campina Grande do Sul (Jd. Paulista), passando pela Colônia Faria, próximo à Eternit.
Este rio deságua na represa do Iraí. As espécies que já fisguei no local foram de lambaris e acarás, mas a espectativa, assim como para todos os rios desta região, é fisgar bagres, jundiás, mandis, saicangas, jacundás e traíras, além de espécies que eventualmente possam escapar de tanques particulares (Tilápias e Carpas).
O que é certo que a pescaria que farei, será postada aki.
Iscas Naturais: Minhoca.
Iscas Naturais: Minhocas.
Com toda a certeza, esta isca é garantia de 100% de se fisgar um peixe. A única forma de não capturar um peixinho sequer, é se não houver peixe no local e, posso dizer sem titubear que, com a minhoca servindo de isca, capturei exemplares de quase todos os peixes que fisguei na vida, com excessão de um Piau:
Lambari, acará, bagre, mandi, jundiá, catfish, carpas, tilápia, traíra, saicanga, jacundá.
Para obter as minhocas, há a opção de comprar porções da mesma em casas de pesca ou nos próprios pesqueiros. Se o caso não for comprar e, caso não tenha um "minhocário", consegue-se retirá-la de locais em praticamente qualquer parte onde a terra não esteja batida, embaixo de estruturas (entulho em geral) ou onde haja certa quantidade de material orgânico em decomposição (vegetação).
Ao recolher a quantidade necessária, o interessante é acomodá-las num recepiente (balde, lata, pote, garrafa) e cobrí-las com terra e um pouco de matéria orgânica (folhas), na tampa, deve ser feito vários furinhos, de modo que o ar entre e, principalmente em dias quentes e secos, umidificar a terra para que as mesmas não "esturriquem".
Para iscar a minhoca, o que vai variar é o tamanho do anzol, onde nos menores usa-se pequenos pedaços (compatível com o tamanho do anzol) e nos maiores, podendo ser usadas minhocas inteiras e, também, a técnica utilizada, como no caso para tilápias (ver post "Tilápia na minhoca"), onde isca-se três minhocas por vez.
Há ainda, espécies de minhoca, como a "califórnia", "puladeira", "brava" e "minhocoçu", esta última, o maior de todas. De todas estas, prefiro a puladeira, pois ao ser iscadas, ela se mexe bastante no anzol e aguenta muito tempo viva, após estar dentro da água.
Em breve, novas informações e opções de iscas naturais.
Com toda a certeza, esta isca é garantia de 100% de se fisgar um peixe. A única forma de não capturar um peixinho sequer, é se não houver peixe no local e, posso dizer sem titubear que, com a minhoca servindo de isca, capturei exemplares de quase todos os peixes que fisguei na vida, com excessão de um Piau:
Lambari, acará, bagre, mandi, jundiá, catfish, carpas, tilápia, traíra, saicanga, jacundá.
Para obter as minhocas, há a opção de comprar porções da mesma em casas de pesca ou nos próprios pesqueiros. Se o caso não for comprar e, caso não tenha um "minhocário", consegue-se retirá-la de locais em praticamente qualquer parte onde a terra não esteja batida, embaixo de estruturas (entulho em geral) ou onde haja certa quantidade de material orgânico em decomposição (vegetação).
Ao recolher a quantidade necessária, o interessante é acomodá-las num recepiente (balde, lata, pote, garrafa) e cobrí-las com terra e um pouco de matéria orgânica (folhas), na tampa, deve ser feito vários furinhos, de modo que o ar entre e, principalmente em dias quentes e secos, umidificar a terra para que as mesmas não "esturriquem".
Para iscar a minhoca, o que vai variar é o tamanho do anzol, onde nos menores usa-se pequenos pedaços (compatível com o tamanho do anzol) e nos maiores, podendo ser usadas minhocas inteiras e, também, a técnica utilizada, como no caso para tilápias (ver post "Tilápia na minhoca"), onde isca-se três minhocas por vez.
Há ainda, espécies de minhoca, como a "califórnia", "puladeira", "brava" e "minhocoçu", esta última, o maior de todas. De todas estas, prefiro a puladeira, pois ao ser iscadas, ela se mexe bastante no anzol e aguenta muito tempo viva, após estar dentro da água.
Em breve, novas informações e opções de iscas naturais.
Assinar:
Postagens (Atom)





