Até que enfim, uma pescaria do jeito que eu gosto: rápida e produtiva!
Hoje (sábado), após um sono à tarde durante uma boa chuva, acordei e,
como percebi que a chuva foi boa, "catei" minha mochila, uma latinha
com algumas minhocas e parti pro meu riozinho (deságua no Palmital)
preferido, certo de que os bagres iam dar o ar da graça. Varinhas
lisas, sistema boiado, bem equilibradas (anzol, chumbo e bóia
equivalentes). Chegando no pesqueiro, já sorri ao ver a cor barrenta
da água. Tentei com a vara maior, equipado com anzol marusseigo 12,
com um pedaço generoso de minhoca e, já na caída, "paaaam", um
lambassauro, um grande lambari do rabo vermelho que após a foto,
voltou pra água. Nova tentativa e, um bagre "médio" vem todo briguento
pra foto, com anzol no "canivete", hoje, precavido, com o auxílio de
um alicate de bico, facilmente retirei do bagroso. A pescaria durou
cerca de 2 horas e, as ações foram inúmeras. Logo, mais um
lambarizão-rabo-vermelho no marusseigo 12. Imaginando que a pescaria
seria com muitos lambaris, troquei para a vara com anzol keiryu 3,
mas, pra contrariar, um jundiá veio. A troca de anzol (pra um menor)
não foi muito feliz, pois nesta, perdi 3 lambarizões que quando saiam
da água, facilmente saía da boca e, elem caiam no mato, voltando pra
água antes da foto, menos mal. Assim tambem aconteceu com dois belos
bagres. A chuva começou, logo, "índio véio previnido" que sou, vesti
meu poncho (espécie de capa) plástico, pra não me molhar. Foi
escurecendo e, pra auxiliar a troca de iscas e algumas fotos, usei meu
boné que possui 5 lampadas de led. Capturei um bagrinho pequeno, qual
achei que era uma guasca ou mandi-chorão. Mas a chuva passou e deu
tempo de pegar um grande jundiá, troféu do dia, com cerca de 30cm. O
impressionante, foi a quantidade de ações, mas os peixes levaram a
melhor. O porte dos bagres (Acima de 20cm) e dos lambaris (acima dos
12cm) podem parecer pequenos, mas pelo tamanho do corpo d`água e as
condições de pesca de hoje em dia, tornam-se verdadeiros gigantes.
Capturas propriamente ditas, foram de 5 bagres (3 jundiás e 2
bagres-amarelos) e 3 lambaris-rabo-vermelho. Retornei faceiro da vida.
Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
sábado, 12 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Pescador: ô raça criativa... Inédita (em qualquer veículo de comunicação) Pescaria no Rio Atuba (entre Pinhais e Curitiba)!!!
Pescaria no Rio Atuba!
Pois bem, não foi lá aquela pescaria, pelo menos perto do que eu
imaginava e planejava, mas com certeza, a primeira em prol do apelo de que podemos salvar os rios que formam o Iguaçú... O azar é que escolhi o dia errado,
pois o ideal seria um pós-chuva (um temporal seria melhor ainda)...
Estava na casa da sogra e, após o almoço, aproveitando que minhas
tralhas estavam no carro e, propositalmente, uma latinha de iscas, fui
dar uma "bandeada". Olha, os pontos pra tentativa de pesca, são
muitos, os que valem a pena serem explorados, são os remansos ou
desembocaduras de córregos (praticamente lixo liquido). Numa destas,
vi a presença de guarus, famosos "barrigudinhos", que são sensíveis à
poluição. A degradação, vai muito além do lado ambiental, ou seja,
lixo, esgoto, desmate, mas mostra a degradação social, principalmente
os " crackeiros, que usam a ponte (embaixo dela, pra usar a droga e
deixar os vestígios (lixo, roupas, colchões, necessidades
fisiológicas). Algumas pessoas que me viram tentando a pesca, me
julgaram como louco. Mas, enfim, vamos à pescaria: O teste: em poços,
jogava pequenas pedrinhas achatadas, que lançadas na água, "spinnavam"
e podia observar que eram atacadas e, consequentemente, lançava isca
n'água... Consegui, um Lamabri "jaceraia"... Tentei com um molinete
micro com chicote caiçara, mas o máximo que consegui, foi trazer
lodo... A presença de várias aves "aquáticas" são indício da
resistencia valente da natureza... Me desculpem, mas a retirada das
moradias irregulares à beira rio, fiscalização dos efluentes das
empresas, devido tratamento do esgotoe blá, blá, blásão umas das soluções a serem aplicadas... Vamos
acreditar que há salvação para o estrago que a humanidade causou aos
nosso rios! Espero que isto chegue ao conhecimento das autoridades e
(i) responsáveis por nossos recursos hídricos. Em breve, mais
pescarias nos rios formadores do Iguaçú e, por que não, no próprio
Iguaçú? É isso aí, a conclusão é que, ainda tem peixe no Rio Atuba,
salvá-lo ou exterminá-lo depende de nós e, grande parte do Governos
(Federal, Estadual e Municipal) e a grande empresa de saneamento do
Paraná!!!
---------- Forwarded message ----------
From: EDINALDO RIBEIRO <edinaldo_ribeiro@yahoo.com.br>
Date: Sun, 6 Apr 2014 19:33:48 -0700 (PDT)
Subject:
To: edinaldopeska@gmail.com
Pois bem, não foi lá aquela pescaria, pelo menos perto do que eu
imaginava e planejava, mas com certeza, a primeira em prol do apelo de que podemos salvar os rios que formam o Iguaçú... O azar é que escolhi o dia errado,
pois o ideal seria um pós-chuva (um temporal seria melhor ainda)...
Estava na casa da sogra e, após o almoço, aproveitando que minhas
tralhas estavam no carro e, propositalmente, uma latinha de iscas, fui
dar uma "bandeada". Olha, os pontos pra tentativa de pesca, são
muitos, os que valem a pena serem explorados, são os remansos ou
desembocaduras de córregos (praticamente lixo liquido). Numa destas,
vi a presença de guarus, famosos "barrigudinhos", que são sensíveis à
poluição. A degradação, vai muito além do lado ambiental, ou seja,
lixo, esgoto, desmate, mas mostra a degradação social, principalmente
os " crackeiros, que usam a ponte (embaixo dela, pra usar a droga e
deixar os vestígios (lixo, roupas, colchões, necessidades
fisiológicas). Algumas pessoas que me viram tentando a pesca, me
julgaram como louco. Mas, enfim, vamos à pescaria: O teste: em poços,
jogava pequenas pedrinhas achatadas, que lançadas na água, "spinnavam"
e podia observar que eram atacadas e, consequentemente, lançava isca
n'água... Consegui, um Lamabri "jaceraia"... Tentei com um molinete
micro com chicote caiçara, mas o máximo que consegui, foi trazer
lodo... A presença de várias aves "aquáticas" são indício da
resistencia valente da natureza... Me desculpem, mas a retirada das
moradias irregulares à beira rio, fiscalização dos efluentes das
empresas, devido tratamento do esgotoe blá, blá, blásão umas das soluções a serem aplicadas... Vamos
acreditar que há salvação para o estrago que a humanidade causou aos
nosso rios! Espero que isto chegue ao conhecimento das autoridades e
(i) responsáveis por nossos recursos hídricos. Em breve, mais
pescarias nos rios formadores do Iguaçú e, por que não, no próprio
Iguaçú? É isso aí, a conclusão é que, ainda tem peixe no Rio Atuba,
salvá-lo ou exterminá-lo depende de nós e, grande parte do Governos
(Federal, Estadual e Municipal) e a grande empresa de saneamento do
Paraná!!!
---------- Forwarded message ----------
From: EDINALDO RIBEIRO <edinaldo_ribeiro@yahoo.com.br>
Date: Sun, 6 Apr 2014 19:33:48 -0700 (PDT)
Subject:
To: edinaldopeska@gmail.com
terça-feira, 1 de abril de 2014
Uma boa notícia!
Essa notícia é muito importante, pois quem sabe, um passo pra que a
natureza tenha chance de começar a se recuperar:
Foi veiculado a notícia sobre a proíbição de uma modalidade criminosa
no Paraná:
Revista Pesca & Companhia Saiba mais sobre a medida estadual: http://
revistapescaecompanhia.uol.com.br/fique-por-
dentro/parana-proibe-pesca-com-redes-em-
lagos-e-represas/
natureza tenha chance de começar a se recuperar:
Foi veiculado a notícia sobre a proíbição de uma modalidade criminosa
no Paraná:
Revista Pesca & Companhia Saiba mais sobre a medida estadual: http://
revistapescaecompanhia.uol.com.br/fique-por-
dentro/parana-proibe-pesca-com-redes-em-
lagos-e-represas/
sexta-feira, 28 de março de 2014
Pescaria virtual de Black Bass!!!
Enquanto não tenho uma aventura nova pra trazer para o blog, tenho
feito pesquisas na rede, a fim de me interar das notícias e novidades
do mundo da pesca. Numa dessas pesquisas, mais específico no blog
"Tralhas & Pesca", achei um artigo bem interessante, sobre um torneio
de pesca virtual (vale a pena ler), copiei o link do jogo e, apesar de
bem simples, achei viciante ( homepage2.nifty.com/BRA/bluepond5.swf).
Só roda pra quem tiver o Flash Player. Por hora, meu recorde virtual,
é um Bass de 49cm.
feito pesquisas na rede, a fim de me interar das notícias e novidades
do mundo da pesca. Numa dessas pesquisas, mais específico no blog
"Tralhas & Pesca", achei um artigo bem interessante, sobre um torneio
de pesca virtual (vale a pena ler), copiei o link do jogo e, apesar de
bem simples, achei viciante ( homepage2.nifty.com/BRA/bluepond5.swf).
Só roda pra quem tiver o Flash Player. Por hora, meu recorde virtual,
é um Bass de 49cm.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Teste de técnica: Tenkara!!!
Tenkara Fishing
Em resumo, é uma técnica japonesa muito antiga de pesca com moscas. O
conceito mais básico, é a utilização de uma vara lisa, contendo linha
e lançando uma isca de fly (nesta técnica, chamada de kebari). A vara
pode ter várias metragens, mas são verdadeiras obras de arte, a linha
principal pode ser um "pedaço" de linha de fly, com um "tippet" ou
chicote de linha transparente, de maneira que o lançamento pode ser
feito com uma "chicotada" ou até "estilingada".
Como tenho ido a lugares que, devido à presença de árvores, acaba por
dificultar a utilização de molinetes (mesmo materiais micro) para a
prática do fly caipira, encontrei uma forma de adaptação da Tenkara
Fishing, que, para os conservadores, que levam esta técnica como uma
filosofia de vida, podem até dizer que estou cometendo uma
"blasfêmia". Futuramente, vou adaptar uma vara lisa (de cerca de 2,7m)
com um pedaço de linha de bitola superior a 0,80mm (de cerca de 1m),
mais um pedaço de linha com até 0,50mm (mais cerca de 1,7m) e um líder
(de até 0,5m) de no máximo 0,30mm (totalizando 3,2m de linha mais 2,7m
da vara, resultando num alcance de 5,9m), para testar as "porvinhas"
das mais variadas cores. Locais para testar não faltam, como o
Palmital, Usina Roncador e Morretes, até mesmo na praia, poderá
ocorrer um teste.
Em resumo, é uma técnica japonesa muito antiga de pesca com moscas. O
conceito mais básico, é a utilização de uma vara lisa, contendo linha
e lançando uma isca de fly (nesta técnica, chamada de kebari). A vara
pode ter várias metragens, mas são verdadeiras obras de arte, a linha
principal pode ser um "pedaço" de linha de fly, com um "tippet" ou
chicote de linha transparente, de maneira que o lançamento pode ser
feito com uma "chicotada" ou até "estilingada".
Como tenho ido a lugares que, devido à presença de árvores, acaba por
dificultar a utilização de molinetes (mesmo materiais micro) para a
prática do fly caipira, encontrei uma forma de adaptação da Tenkara
Fishing, que, para os conservadores, que levam esta técnica como uma
filosofia de vida, podem até dizer que estou cometendo uma
"blasfêmia". Futuramente, vou adaptar uma vara lisa (de cerca de 2,7m)
com um pedaço de linha de bitola superior a 0,80mm (de cerca de 1m),
mais um pedaço de linha com até 0,50mm (mais cerca de 1,7m) e um líder
(de até 0,5m) de no máximo 0,30mm (totalizando 3,2m de linha mais 2,7m
da vara, resultando num alcance de 5,9m), para testar as "porvinhas"
das mais variadas cores. Locais para testar não faltam, como o
Palmital, Usina Roncador e Morretes, até mesmo na praia, poderá
ocorrer um teste.
terça-feira, 4 de março de 2014
Sou teimoso, sou pescador!!!
Ser pescador, alem de amante da natureza é, ser teimoso! Fui visitar o
Palmital e, a idéia inical era realizar uma pescaria a Tenkara (pesca
com mosca usando vara lisa sem compatimento pra comportar a linha
(carretilha) utilizando moscas (fly), neste caso seriam porvinhas),
mas por azar perdi minhas porvinhas. Fui então no método tradicional,
vara com linha, bóia, chumbo e anzol. No ponto que ia visitar, numas
corredeiras e embaixo de uma ponte, haviam pessoas brincando,
inviabilizando a pesca. Tudo bem, fui num ponto onde há um remanso,
durante o caminho, notei infelizmente que utilizam as margens da via
pra depositar lixo e cadáveres de animais. Um caminhão parou e uns
"félas" jogando feno azedo. Dentro da mata, muitos "trabalhos",
despachos, respeito as crenças, mas poxa, isso emporcalha a mata. A
pescaria começou e muitas beliscadas, mas captura que é bom nada, o
tempo virou e esfriou, tudo pra me fazer desistir, mas ainda insisti e
fui batendo uns trechos de remanso e ainda consegui alguns lambaris,
pequenos, 2 jaceraia (lambaris mais escuros) e 2 daqueles com boca pra
baixo, acabei não fotografando todos ou fazendo fotos do local. O
tamanho dos lambaris significa que são novos, mas a falta dos grandes,
pode significar que os inconsequentes estão matando os peixes. Alguns
locais, como não são batido, estão ficando sem acesso, ruim, porque
não tem como capturar bons exemplares, bom pois nestes pontos, a vida
se salva. Agora é esperar boas chuvas e pescar.
Palmital e, a idéia inical era realizar uma pescaria a Tenkara (pesca
com mosca usando vara lisa sem compatimento pra comportar a linha
(carretilha) utilizando moscas (fly), neste caso seriam porvinhas),
mas por azar perdi minhas porvinhas. Fui então no método tradicional,
vara com linha, bóia, chumbo e anzol. No ponto que ia visitar, numas
corredeiras e embaixo de uma ponte, haviam pessoas brincando,
inviabilizando a pesca. Tudo bem, fui num ponto onde há um remanso,
durante o caminho, notei infelizmente que utilizam as margens da via
pra depositar lixo e cadáveres de animais. Um caminhão parou e uns
"félas" jogando feno azedo. Dentro da mata, muitos "trabalhos",
despachos, respeito as crenças, mas poxa, isso emporcalha a mata. A
pescaria começou e muitas beliscadas, mas captura que é bom nada, o
tempo virou e esfriou, tudo pra me fazer desistir, mas ainda insisti e
fui batendo uns trechos de remanso e ainda consegui alguns lambaris,
pequenos, 2 jaceraia (lambaris mais escuros) e 2 daqueles com boca pra
baixo, acabei não fotografando todos ou fazendo fotos do local. O
tamanho dos lambaris significa que são novos, mas a falta dos grandes,
pode significar que os inconsequentes estão matando os peixes. Alguns
locais, como não são batido, estão ficando sem acesso, ruim, porque
não tem como capturar bons exemplares, bom pois nestes pontos, a vida
se salva. Agora é esperar boas chuvas e pescar.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Guasca: bagre do rio Iguacú!!!
Boa tarde. Estou na expectativa e à espera de uma boa chuva, para uma
pescaria tendo como alvo os bagres. Como ainda não tenho uma pescaria
pra postar, vou postar algo que há uns dias vinha me deixando em
dúvidas: dias atrás, vendo algumas imagens de peixes nativos da bacia
do iguaçu, ao visualizar os tipos de bagres, um me chamou a atenção,
trata-se do "Guasca". Pouco se encontra sobre este bagre, o que pude
constatar, é que é um bagre de pequeno porte (o exemplar da foto,
tinha cerca de 15cm), a cabeça é mais achatada e a coloração varia do
amarelo ao cinza, a nadadeira adiposa é um pouco mais espessa que a do
jundiá.
Na ocasião da foto, quando o capturei, imaginei tratar-se de um
bagre-amarelo, mas as proporções dele, o tornavam um tanto quanto
diferente. A pescaria foi em um afluente do Palital. Portanto, mais
uma espécie que entra na minha lista de capturas.
pescaria tendo como alvo os bagres. Como ainda não tenho uma pescaria
pra postar, vou postar algo que há uns dias vinha me deixando em
dúvidas: dias atrás, vendo algumas imagens de peixes nativos da bacia
do iguaçu, ao visualizar os tipos de bagres, um me chamou a atenção,
trata-se do "Guasca". Pouco se encontra sobre este bagre, o que pude
constatar, é que é um bagre de pequeno porte (o exemplar da foto,
tinha cerca de 15cm), a cabeça é mais achatada e a coloração varia do
amarelo ao cinza, a nadadeira adiposa é um pouco mais espessa que a do
jundiá.
Na ocasião da foto, quando o capturei, imaginei tratar-se de um
bagre-amarelo, mas as proporções dele, o tornavam um tanto quanto
diferente. A pescaria foi em um afluente do Palital. Portanto, mais
uma espécie que entra na minha lista de capturas.
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