sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Informações atualizadas sobre o Pesqueiro do Zezo, em Balsa Nova - PR

Um dos artigos mais visitados por aqui, que também recebo e-mails e mensagens com dúvidas e solicitações de informações, é sobre o "Pesqueiro do Zezo", em Balsa Nova, em cavas do Rio Iguaçú, com uma grande variedade de peixes. Como faz um bom tempo que fui lá, hoje resolvi dar uma ligada para o celular dele (que tenho até hoje na memória do meu celular) e, prontamente ele me atendeu.
Ele disse que estão atendendo, cujos valores são: R$12,00 (por pessoa) pra passar o dia e, R$18,00 (por pessoa) pra pernoitar. Além da lanchonete, ele disponibiliza de algumas churrasqueiras, que se pode usar livremente.
Para maiores informações (orientações de como chegar), ligue:
Pesqueiro do Zezo (Balsa Nova - PR):
(41)3104-6210 ou (41)9958-9875
Eu já fui e gostei!!!

domingo, 8 de dezembro de 2013

Pescaria urbana: a vida resiste e pede socorro!!!

6 horas da manhã de 08/12/2013, eu acordei e, às 6h35min, percorridos cerca de 300 metros, cheguei ao pesqueiro: um córrego, que faz parte das nascentes do rio palmital, portanto, afluente da bacia do iguacu. Este riozinho, tem um papel importante na minha vida de pescarias, pois foi nele em que capturei meu primeiro peixe, um grande bagre.
Há cerca de uma semana, máquinas alargaram este riozinho, formando uma pequena "barragem". No dia 06/12/2013, passando por ele, percebi os rebojos de peixes, e no fim da tarde, fui tentar a sorte. Havia um senhor pescando e, em questão de horas, ele estava com um balde repleto de peixes, cerca de 30 grandes exemplares, na maioria, jundiás na média de 500g, ainda um jundiá com mais de 1kg (aproximadamente 40cm) e uma traíra, na mesma faixa de peso e tamanho e um grande acará. Infelizmente, o destino deles era a frigideira, fazer o quê, em plena piracema, a falta de compaixão com a natureza ainda é algo comum de se ver. Bom, neste dia, capturei um lambari e um jundiá, em questão de 15min de pescaria, pois uma inversão térmica, fez com que a temperatura diminuisse bastante, além do fato do pesqueiro estar "dominado".
Hoje, como "madruguei" no local, não havia concorrência, usei 3 varas lisas, com anzóis indicados para bagres e minhoca. No início dos trabalhos, capturei um jundiá, foto, liberado e devolvido ao seu local devido, á agua. As ações eram muitas, estava dificil cuidar das três varas. Logo, a captura de um "bitelo" lambari-rabo-vermelho", briguento, como o apresentador do "Pesca Dinamica" ilustra bem: proporcional ao tamanho, briga mais que um dourado...", de fato, de envergar a vara e "cantar" a linha, registrado na foto e solto. Decidi usar somente 2 varas, enquanto iscava uma delas, a bóia da outra correu, fisguei e capturei mais um jundiá, "êta" bicho valente. Linha na água denovo e, "pam", mais um lambarizinho, pego num anzol grande. Numa vacilada, pra fotografar o local, mais uma corrida da bóia, "tava" lá, mais um "bigodudo" jundiá. Passei a tentar com apenas 1 vara, pois já estava na hora de voltar pra casa (devido a um compromisso).
Mesmo assim, perdia várias fisgadas e, como não podia ser diferente, a grande surpresa ficou pra "apagar das luzes", a bóia começou a se movimentar, uma leve corrida, a fisgada, a briga, quando estava dominado, saindo da água, aquele "marrom" característico, pensei se tratar de uma traíra, mas, era um Caborja: uma espécie de cascudo, mas o diferencial, está na boca, que não é uma ventosa voltada pra baixo, mas sim, similar a boca dos bagres, contando com placas ósseas.
Foi pra coroar uma extra-rápida pescaria, de exatos 60 minutos, além de reforçar o que venho clamando: nossos rios e córregos tem salvação, a natureza é pródiga, ela pede socorro, uma chance pra se renovar, o primeiro passo é respeitar e preservar.
Eu amo pescar!!!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

29/11/2013: pescaria rapida de lambaris e jundias!!!

"saí de caminhada, mochila nas costas...", assim resolvi dar uma visitada do afluente do rio Palmital, na espectativa de fisgar alguns lambaris e quem sabe, algum bagrão. Somente duas varas lisas, sendo uma com chicote duplo com 2 anzois mustad 16 (mosquitinho). De cara me frustrei, pois apesar das chuvas, o riozinho tava "na caxa" e com a água levemente limpa, se dá pra assim afirmar (mais um rio com potencial de pesca dos peixes da bacia do iguaçu que sofre com a poluição, dá pra ver pela foto do encontro das águas). Apesar disso, os lambaris, mesmo manhosos, deram ar da graça, após as fotos, devolvidos pra água. A pressão atmosférica oscilava, assim, logo que me preparava pra voltar pra casa, notei uma "mamada" na vara dos anzóis "mosquito": uma leve levada na rolha, fisguei na espectativa de um lamba pequeno, mas, a briga no fundo e o peso, não deixavam dúvidas, "tava" lá, um belo jundiá!!! Tive que ter calma, pois o anzol mosquito
estava fisgado no "beicinho" do bagrão, após conseguir tirar da água, fotografei, liberei o anzolzinho (que foi feito com muita facilidade) e soltei o bichão. Mais algumas ações e a chuva apertou. Saí satisfeito e, novamente impressionado pelo tamanho dos bagres e jundiás que consigo fisgar neste córrego. Com a piracema aí, pescar e soltar é obrigação, além do cuidado no manuseio dos peixes, pra devolvê-los em totais condições para seu habitat.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Rio Canguiri em 27/11/2013: pequenos peixes, grande pescaria!

Rio Canguiri: pequenos peixes, grande pescaria!

Hoje, 27/11/2013, fiz uma pescaria rápida no Rio Canguiri, em Colombo, na ponte sob a BR 116, atrás da fábrica da Eternit. Usei somente varas lisas, sistema li-lig (bóia-chumbo-anzol) e a manjada minhoca puladeira.
Já na chegada, como era de se esperar, a poluição condenando este maravilhoso e importante rio da cidade de Colombo. Mas já de cara, me surpreendi com um bagre que nadava proximo à superfície, pensei, vai ser o bicho. Larguei a isca na água e, várias ações, mas sem sucesso. A dificuldade foi acertar a profundidade, quando acertei, "pam", fisguei um lambarizinho. Em seguida, as investidas continuaram, mas os tinhosos, levavam a melhor. Resolvi, como havia várias estruturas, bater a isca em cada uma delas, "batata", mais um belo (e maior) lambari pra foto! Numa nova tentativa, a beliscada, a bóia corre, ferrei e, o bicho pesou e brigou, correndo pro fundo, pensei que era um bagre, mas quando tirei da água, fui agraciado por um belo acará (êta bicho lindo), depois de um ano sem ver um. Após a foto e a soltura, mais um belo lambari e, partir daí, o que mais consegui foi limpar o fundo, retirando alguns galhos e perdendo o "timing".
Deu a hora, parti pra minha casa. Vou voltar em outro ponto deste rio e, fazer mais uma aventura.
Pra finalizar, fica aqui a minha revolta e pergunta: cadê a Prefeitura e o Estado, com uma política ambiental descente pra salvar os nossos rios? Cadê a Sanepar, pra cobrar aqueles que não fizeram a ligação na rede de esgoto?
Pior ainda, são os "pseudo-pescadores" que, matam indiscrimidamente e largam seus detritos, sua "porquisse". Tá mais que na hora de nos consientizarmos, pessoal.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Pescaria Rio Palmital (Colombo) 20/11/2013

Em 20/11/13, fiz a primeira pescaria das minhas férias. Saí de casa, por volta das 11h30min, sentido rio Palmital e, em 20 minutos, já estava no pesqueiro. Levei um molinete (com chicote caiçara) e duas varas lisas (lig-lig), usando apenas anzóis Keiryu Ring número 3. Usei somente minhoca como isca. Tão logo lancei uma vara lisa e o molinete, percebi que as ações seriam contínuas e, logo, uma telegrafada no molinete e, tava lá o primeiro lambari, de bom porte e, como é emocionante a captura de um lambari num equipamento balanceado e proporcional (material micro), sendo liberado após a foto (prática importante, estamos na piracema). As beliscadas vinham a cada curto período de intervalo entre uma e outra, mas os peixes, estavam manhosos. Com outra vara lisa, tentei ao lado do remanso que eu estava, numa corredeira leve e, em questão de 5 minutos, capiturei mais 4 lambaris, dois deles, verdadeiros troféis. Quando estava decidido a mudar de
pesqueiro, percebi que as ações aumentaram, finalmente, peguei o ladrãozinho de iscas, uma espécie diferente de lambari, com a boca voltada pra baixo (lembra uma tainha) de menor porte (em torno dos 7cm), mas parece ser mais sensível, pois assim que o soltei (ele boiou, mas se recuperou). Em seguida, capiturei outro, um pouco maior. De uma hora pra outra, as ações pararam e, o motivo, a queda brusca da pressão atmosférica, ocasionada pela formação de uma forte chuva. O vento nas árvores, davam a sensação de uma tempestade, mesmo assim, deu tempo de capturar outro ladrão de isca, um caranguejo preto, só não fotografado, devido já ter guardado o celular. Por sorte cheguei em casa antes da chuva.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Saca-anzol

Acabei de comprar um ítem de suma importância pra garantia da preservação dos peixes e a integridade dos mesmos: um saca-anzol! Quando pesco Acarás, Tilápias, Traíras e Bagres, não são raras as vezes que alguns peixes engulam o anzol, causando dificuldades na remoção do mesmo, onde em algumas vezes, acabamos causando alguma lesão e, em alguns casos, precisamos cortar a linha, deixando o anzol fisgado, o que dizem não interferir na vida e alimentação dos peixes e, que em um período de tempo, o organismo dos mesmos, se encarrega de expelir o objeto. Mesmo assim, com este artefato, o importante é manusear com cuidado, a fim de devolver os nossos amigos, com 100% de integridade, para garantir nossas futuras pescarias.