Com o frio, uma opção de pesca é a de carpas.
Visando aumentar o conhecimento, pra facilitar uma boa captura, busco na internet, técnicas e, principalmente, sistemas de montagem.
Numa destas pesquisas, encontrei a descrição de um sistema, onde os alvos são as Carpas Húgaras (corpo coberto por escamas regulares) e Carpas-Espelho (poucas escamas).
Pra mim, trata-se da montagem de um "Carolina Rig" (pesca de Bass), onde, na linha principal (que sai do molinete/ carretilhas, passamos um chumbo de 5 à 10g, solto na linha, em seguida, um girador e, após, um líder com cerca de 20 à 30cm com um anzól médio na extremidade.
Neste sistema, isca-se 4 minhocas, onde a pesca se dá no fundo.
Vale tentar.
Blog para os pescadores amantes da natureza. Um espaço para compartilhar dicas, técnicas, informações, mentiras. Todos tem liberdade de opnar e participar. Qualquer dúvida, podem me contatar pelo e-mail (edinaldopeska@gmail.com). Vamu Peská?
terça-feira, 6 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Iscas naturais X Peixes
Relação Iscas X Peixes
Inverno chegando na sua reta final e, começam os preparativos e planos pra tirar o pó das tralhas e capturar nossos troféus, claro, exaltando o pesque e solte. Vou falar um pouco, no meuponto de vista e experiência, sobre iscas naturais.
Esta é uma lista, pessoal, que não pode faltar, com relação às espécies que se encontram nos rios e locais propícios para pesca na região de Curitiba. Poderá ser útil aos que pretendem se aventurar, por exemplo, na Represa do Capivari, do Vossoroca, Cavas em Pinhais e Piraquara.
Acará: pode usar minhoca, massinha, macarrãozinho, bichinhos (do pão e da laranja) e pedaços de peixe (relativo ao tamanho reduzido do anzol).
Lambari: praticamente, qualquer isca atrai este valente, mas uso minhoca, bichinhos (pao e laranja), macarrãzinho, massinha, ovos de formiga, sagu (preferencialmente colorido).
Bagres (jundiá, mandi): o sucesso basicamente, é manter a isca no fundo. Utilizo minhoca, fígado (frango, bovino ou suíno), tripa de frango ou peito de frango em cubos (equivalente ao anzol) e pequenos peixes vivos ou mortos (lambari/ acará/ tilápia).
Carpas: às vezes, surpreendem e podemos fisgá-las usando minhocas, mas é mais comum usar massas (caseiras ou industrializadas) e milho. Cada espécie de carpa, possui uma particularidade.
Húngara e Espelhada: pode ser capiturada tanto próxima à superfície, quanto ao fundo, usando minhocas, massas, milho.
Capim: geralmente, capturada no fundo, com milho.
Cabeçuda: sou suspeito em dar alguma dica, pois ainda não capturei esta espécie, mas pelo que vi, o dferencial, é o sistema de montagem "ancorado", com uso de bóia e chuveirinho, próximo à superfície, onde a mesma se alimenta, sendo a massa empregada na modalidade.
Tilápia: no cardápio para a mesma podemos incluir a minhoca, bichinhos (laranja), massas, tripa de frango e capim.
Traíras: ataca de tudo, mas uso minhoca e pequenos peixes, preferencialmente vivos (lambari/ acará e tilápias).
Saicanga: pequenos peixes, minhoca e filés de peixe.
Blak Bass: este alimenta meus sonhos, o que se pode usar, são pequenos peixes vivos.
Peixe é peixe, uns tem suas preferências e, na pescaria, que sempre reserva surpresas, é comum usar uma isca para um peixe específico e entrar outra, até de forma inusitada. Sistemas e montagens dos equipamentos, são os principais diferenciais. Pra isso, ler sobre a espécie desejada, é garantir 50% de chances de sucesso.
Inverno chegando na sua reta final e, começam os preparativos e planos pra tirar o pó das tralhas e capturar nossos troféus, claro, exaltando o pesque e solte. Vou falar um pouco, no meuponto de vista e experiência, sobre iscas naturais.
Esta é uma lista, pessoal, que não pode faltar, com relação às espécies que se encontram nos rios e locais propícios para pesca na região de Curitiba. Poderá ser útil aos que pretendem se aventurar, por exemplo, na Represa do Capivari, do Vossoroca, Cavas em Pinhais e Piraquara.
Acará: pode usar minhoca, massinha, macarrãozinho, bichinhos (do pão e da laranja) e pedaços de peixe (relativo ao tamanho reduzido do anzol).
Lambari: praticamente, qualquer isca atrai este valente, mas uso minhoca, bichinhos (pao e laranja), macarrãzinho, massinha, ovos de formiga, sagu (preferencialmente colorido).
Bagres (jundiá, mandi): o sucesso basicamente, é manter a isca no fundo. Utilizo minhoca, fígado (frango, bovino ou suíno), tripa de frango ou peito de frango em cubos (equivalente ao anzol) e pequenos peixes vivos ou mortos (lambari/ acará/ tilápia).
Carpas: às vezes, surpreendem e podemos fisgá-las usando minhocas, mas é mais comum usar massas (caseiras ou industrializadas) e milho. Cada espécie de carpa, possui uma particularidade.
Húngara e Espelhada: pode ser capiturada tanto próxima à superfície, quanto ao fundo, usando minhocas, massas, milho.
Capim: geralmente, capturada no fundo, com milho.
Cabeçuda: sou suspeito em dar alguma dica, pois ainda não capturei esta espécie, mas pelo que vi, o dferencial, é o sistema de montagem "ancorado", com uso de bóia e chuveirinho, próximo à superfície, onde a mesma se alimenta, sendo a massa empregada na modalidade.
Tilápia: no cardápio para a mesma podemos incluir a minhoca, bichinhos (laranja), massas, tripa de frango e capim.
Traíras: ataca de tudo, mas uso minhoca e pequenos peixes, preferencialmente vivos (lambari/ acará e tilápias).
Saicanga: pequenos peixes, minhoca e filés de peixe.
Blak Bass: este alimenta meus sonhos, o que se pode usar, são pequenos peixes vivos.
Peixe é peixe, uns tem suas preferências e, na pescaria, que sempre reserva surpresas, é comum usar uma isca para um peixe específico e entrar outra, até de forma inusitada. Sistemas e montagens dos equipamentos, são os principais diferenciais. Pra isso, ler sobre a espécie desejada, é garantir 50% de chances de sucesso.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Pesque Pague Rio da Prata, Colombo
Como prometido, em post anterior, as informações sobre o Pesque e Pague Rio da Prata, que oferece o sistema pague e pesque (por R$10,00) onde cada um pode usar até 3 varas.
Localizado na R. Manoel Celestino Pinto, 160, Itajacuru, Colombo - PR.
O Fone para informações é (41) 9132-5254.
Estive no local, em 08/06/2013 para obter estas informações e gostei muito do que vi: o lago principal foi aumentado, ficando muito grande, o segundo lago é de bom porte. Em uma conversa breve com o proprietário, o mesmo disse que está investindo pesado na estrutura, que futuramente contará com piscinas.
Vi muitas carpas grandes e tilápias na "flor da água".
Com toda certeza será uma excelente opção.
Em breve, uma pescaria e uma matéria aqui.
Localizado na R. Manoel Celestino Pinto, 160, Itajacuru, Colombo - PR.
O Fone para informações é (41) 9132-5254.
Estive no local, em 08/06/2013 para obter estas informações e gostei muito do que vi: o lago principal foi aumentado, ficando muito grande, o segundo lago é de bom porte. Em uma conversa breve com o proprietário, o mesmo disse que está investindo pesado na estrutura, que futuramente contará com piscinas.
Vi muitas carpas grandes e tilápias na "flor da água".
Com toda certeza será uma excelente opção.
Em breve, uma pescaria e uma matéria aqui.
sábado, 8 de junho de 2013
Pescaria em 03/06/2013
Pescaria em 03/06/2013:
Segunda-feira de folga e, nada melhor que após cumprir alguns compromissos com a família, aproveitar o fim da tarde para pescar.
O sol predominou, pouco vento, mas um tanto frio. A expectativa era conseguir a captura de alguns bagres, já que dias antes, fortes chuvas caíram.
Quando cheguei ao afluente do rio Palmital, reparei na água que estava bem clara, num volume razoável na sua vazão, deduzi que era mínima a possibilidade de conseguir algum bagre.
Os peixes, lambaris, estavam manhosos. Com muito custo, consegui algumas ações. Nesta época do ano, escurece cedo e, como tava esfriando mais e os bagres estavam de folga, resolvi bater em retirada.
Nesta pescaria, usei uma vara de 2 m, linha 0,21 mm, anzol Keiryu num. 3 e para isca, minhoca.
Segunda-feira de folga e, nada melhor que após cumprir alguns compromissos com a família, aproveitar o fim da tarde para pescar.
O sol predominou, pouco vento, mas um tanto frio. A expectativa era conseguir a captura de alguns bagres, já que dias antes, fortes chuvas caíram.
Quando cheguei ao afluente do rio Palmital, reparei na água que estava bem clara, num volume razoável na sua vazão, deduzi que era mínima a possibilidade de conseguir algum bagre.
Os peixes, lambaris, estavam manhosos. Com muito custo, consegui algumas ações. Nesta época do ano, escurece cedo e, como tava esfriando mais e os bagres estavam de folga, resolvi bater em retirada.
Nesta pescaria, usei uma vara de 2 m, linha 0,21 mm, anzol Keiryu num. 3 e para isca, minhoca.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Pescaria Rio Palmital em 01/06/2013
Em 01/06/2013, revivi uma aventura que já não fazia há pelo menos 3 anos: pescar no Rio Palmital. Uma caminhada até o ponto ideal, um remanso em uma curva, documentado pelo meu Nokia 5200. Logo na chegada, constatei que o local deve estar sendo frequentado com baixa frequencia. O rio estava com bom volume de água, bem turva, devido à chuva que caira no dia anterior. Logo posicionei duas varas lisas, uma com massa iscada e outra com minhoca e, tratei de iniciar as ações com o fly caipira, usando um spinner-lambari. Ação zero, acredito que devido ao tempo frio e a própria condição da água. Resolvi trocar o sistema do molinete para um anzol com minhoca, para pesca de espera, já que as condições estavam propícias aos bagres.
Mas os peixes estavam manhosos, após um certo tempo, uma das bóias deu sinal de vida, várias puxadas leves e, um carangueijo preto pequeno, sinal de que a isca estava estacionada no fundo. Insisti e, novamente um carangueijo na isca. Levantei um pouco a isca e, os ataques foram raros e tímidos, errei o e tempo e perdi várias fisgadas. Deixei uma das varas armadas na espera e dei uma arriscada numa leve corredeira com estrutura (galhos) e, vieram as ações mais efetivas, aparecendo um razoável lambari branco. Enquanto me preparava para ir embora, mamadas típicas de tilápia, mas sem sucesso nas fisgadas. Pescaria curta, um tanto quanto decepcionante quanto às capturas, mas o que valeu mesmo, foi passar alguns instantes em meio à natureza, barulho de corredeira, sons de passaros, raios de sol passando entre as folhas. Valeu pelo exercício, cerca de 9 km de caminhada pesada (ida e volta). Em breve voltarei lá e, espero uma grande pescaria.
Mas os peixes estavam manhosos, após um certo tempo, uma das bóias deu sinal de vida, várias puxadas leves e, um carangueijo preto pequeno, sinal de que a isca estava estacionada no fundo. Insisti e, novamente um carangueijo na isca. Levantei um pouco a isca e, os ataques foram raros e tímidos, errei o e tempo e perdi várias fisgadas. Deixei uma das varas armadas na espera e dei uma arriscada numa leve corredeira com estrutura (galhos) e, vieram as ações mais efetivas, aparecendo um razoável lambari branco. Enquanto me preparava para ir embora, mamadas típicas de tilápia, mas sem sucesso nas fisgadas. Pescaria curta, um tanto quanto decepcionante quanto às capturas, mas o que valeu mesmo, foi passar alguns instantes em meio à natureza, barulho de corredeira, sons de passaros, raios de sol passando entre as folhas. Valeu pelo exercício, cerca de 9 km de caminhada pesada (ida e volta). Em breve voltarei lá e, espero uma grande pescaria.
sábado, 25 de maio de 2013
Rio Palmital, o meu ponto favorito.
Trabalho, trabalho e mais trabalho: ainda bem que neste campo, minha vida tem andado bem corrida, a ponto de não sobrar tempo pra ir pescar e, consequentemente, postar novas aventuras e dicas.
Mas nem por isso, ficarei sem postar algo. Dentro meus objetivos para os proximos dias, semanas e meses, está adequar o meu tempo para poder pescar pelo menos uma vez a cada mes, inclusive agora, com o inverno batendo à porta.
Entre os roteiros e locais que pretendo visitar, está um dos meus preferidos: o Rio Palmital, em Colombo, nas proximidades de suas nascentes onde, a poluição ainda é algo suportável.
O primeiro ponto que pretendo voltar, fica numa curva, formando um grande remanso, após uma corredeira, local este que fiz grandes pescarias de lambaris e, permite a pesca com a modalidade "fly caipira", empregando spinner-lambari e "porvinha", já que o porte considerável dos lambaris deste rio, equivale à sua voracidade. O segundo trecho, fica em meio a mata fechada, percorrendo cerca de 1,5 km pela margem, onde as corredeiras e remansos se alternam até chegar próximo a área de captação da Sanepar. Enfim, a maior motivação, é a grande variedade de espécies deste rio: várias espécies de lambaris (rabo amarelo, rabo vermelho e relógio), acará, tilápia e, espécies que existem lá, mas nestes trechos que mencionei, não fui feliz em capturar, bagre, jundiá, mandi, saicanga, traíra e jacundá. Há uma possibilidade grande, de haver carpas ou mais alguma espécie, vindas de tanques de pesqueiros particulares, mas esta prova, somente
pescando e utilizando massa como coringa numa pescaria. As fotos, são antigas, mas retrata bem o que espero reencontrar.
Mas nem por isso, ficarei sem postar algo. Dentro meus objetivos para os proximos dias, semanas e meses, está adequar o meu tempo para poder pescar pelo menos uma vez a cada mes, inclusive agora, com o inverno batendo à porta.
Entre os roteiros e locais que pretendo visitar, está um dos meus preferidos: o Rio Palmital, em Colombo, nas proximidades de suas nascentes onde, a poluição ainda é algo suportável.
O primeiro ponto que pretendo voltar, fica numa curva, formando um grande remanso, após uma corredeira, local este que fiz grandes pescarias de lambaris e, permite a pesca com a modalidade "fly caipira", empregando spinner-lambari e "porvinha", já que o porte considerável dos lambaris deste rio, equivale à sua voracidade. O segundo trecho, fica em meio a mata fechada, percorrendo cerca de 1,5 km pela margem, onde as corredeiras e remansos se alternam até chegar próximo a área de captação da Sanepar. Enfim, a maior motivação, é a grande variedade de espécies deste rio: várias espécies de lambaris (rabo amarelo, rabo vermelho e relógio), acará, tilápia e, espécies que existem lá, mas nestes trechos que mencionei, não fui feliz em capturar, bagre, jundiá, mandi, saicanga, traíra e jacundá. Há uma possibilidade grande, de haver carpas ou mais alguma espécie, vindas de tanques de pesqueiros particulares, mas esta prova, somente
pescando e utilizando massa como coringa numa pescaria. As fotos, são antigas, mas retrata bem o que espero reencontrar.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Pag Pesk Rio da Prata: deu água...
Pesk Pag Rio da Prata
Nada mais frustrante que trabalhar a semana toda, aguardar o fim de semana para uma pescaria e, bem no dia, ser contemplado com uma bela chuva e frio!!!
Pois é, acontece!!!
Fui conhecer o Pesk Pag Rio da Prata, em Colombo - PR, pois eles oferecem o sistema de Pag Pesk (R$10,00 por pescador com direito a usar até 3 varas), muito curioso, pois segundo testemunho de meu pai e um amigo, há cerca de umas 3 semanas, eles presenciaram um trio de pescadores que capturou várias tilápias.
Não levantei muitos detalhes e quais as espécies disponíveis ali, como choveu e, não somente eu e meu companheiro Gilson, mas ninguem que estava lá sequer teve uma beliscada. A chuva e a baixa temperatura com certeza contribuiram. Via-se algumas carpas e tilápias que saltavam. Tentei alguma coisa, pescando com massa, fígado e até no fly caipira e nada. Meu parceiro disse que, as espécies encontradas no local são carpas, tilápias, catfish, jundiá e traíra. O tanque é rativamente pequeno. Vale a pena tentar a sorte outro dia, com condições mais favoráveis.
Em breve, mais informações detalhadas sobre a estrutura, como chegar e os peixes disponíveis.
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