terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Reviravolta da natureza: lambaris e bagres na pescaria!

Não há nada mais perfeito que a natureza. Essa afirmação, cada um pode fazer por si só. No meu caso, foi algo muito interessante e importante, já que ocorreu de forma a afetar meu hobby: a pesca!!! Há cerca de 3 semanas atrás, uma forte chuva, que causou inundação no meu bairro, literalmente varreu o riozinho que, costumeiramente pesco, acabando com os poços e remansos, sobrando pedras e uma lamina de água. Como dizem, do veneno se faz o antídoto, no fim de semana, outra forte chuva, no domingo (03/02/13) de manhã, fui até o riozinho e a surpresa foi boa, o pesqueiro se recuperou e aproveitei a viagem, capturando bons lambaris e um pequeno jundiá. Vara de fibra de 2,3 m; linha 0,20 mm moofilamento (marca Piranha), anzol Keiryu nº 3, chumbo ervilha 2 g e bóia de isopor compatível e a infalível minhoca como isca. As ações foram razoáveis, mas em quase todas, a fisgada era certa, apenas com os bagres não tive muito sucesso. Agora,
com a proximidade do carnaval, quero deixar de lado a baderna e me refugiar pra pescar...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Improvisando uma Bóias de Arremesso

Improvisando.
Pronto pra me iniciar no "Fly Caipira", já estou comprando os materiais necessários para a empreitada. Como a bóia de arremesso que comprei não era bem o modelo que queria, resolvi improvisar: com uma pena de madeira, um chumbo ervilha de 5 gramas, alicate e epoxi.
O primeiro passo, amassar o chumbo com o alicate, onde ele ficará como uma tira. Segundo passo, com muita atenção, fixar o chumbo na pena, na parte mais "gorda", bem na borda, próximo de onde se fixa a linha, "enrolando" mesmo o chumbo, dando mais fixação com alicate. Por final, cobrindo o chumbo com o epoxi, dando acabamento, pra tomar o formato da pena e, após seco, uma tinta na cor da pena, vai do critério. O importante: o chumbo e a pena tem que ser proporcionais, pois o desiquilibrio, pode não render arremessos conforme desejado ou o trabalho da isca ficará comprometido se a bóia afundar.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Dica: fixador de linha para varas telescópicas!

Uma dica, de um ítem muito útil, para varas telescópicas: nas pescarias, é muito comum o deslocamento a fim de achar um pesqueiro ideal. Algumas vezes, principalmente onde há árvores, se locomover com as varas esticadas se torna uma atividade complicada, sendo necessário, recolher os "gomos" e enrolar a linha, que muitas vezes, acaba se soltando. Alguns pescadores, dão um jeito, com um arame ou pedaço pequeno de ferro, anexando no cabo da vara, de forma que fiquem duas pequenas hastes, onde a função destes é, servir de guia para passar a linha, dando voltas até poder prender o anzol. Comprei alguns suportes de plástico, na loja Pantanall (no Hauer, Curitiba). Vai ser muito útil para curtos períodos de tempo entre uma pescaria e outra, evitando montagens das varas para ganhar tempo.

Pronto pra me lançar no "Fly Caipira"!!!

O primeiro passo para me aventurar no "fly caipira", foi dado: hoje, adquiri bóias de arremesso (pena que não escontrei da Deconto), um spinner lambari e duas porvinhas (uma preta e uma vermelha). Farei os chicotes, como manda o figurino: Linha principal 0,35 mm no molinete micro, bóia de arremesso Nº2, leader monofilamento 0,40 mm de 1,20 m de comprimento e, alternando na ponta do leader, uma porvinha ou o spinner lambari. O local para os devidos testes, ainda estou definindo: entre as cavas em pinhais ou um lago de uma chacara (particular). Breve, relatarei os resultados e impressões, que por enquanto, são as mais otimistas.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O Fly Caipira!!!

Fly Caipira.
Pois bem, a internet é uma ferramenta fantástica. Pois alem de poder saber das notícias e novidades, na minha opnião, sua principal vantagem, é de adquirir e compartilhar conhecimento.

Ao ler alguns artigos, conheci uma modalidade que, casará muito bem com a proposta deste blog, que aborda a realidade do pescador de barrranco: trata-se do "Fly Caipira"!!

O conceito é simples: utilizando uma vara leve, molinete ou carretilha, consiste em utilizar um chicote com boia de arremesso e uma mosca para Fly. Tal chicote, pode ter de 1,5 m a 2 m de tamanho, onde o chicote deve ser preso na parte mais pesada da boia de arremesso e a mosca deve ser presa na extremidade do "leader/ chicote".

A função da boia, é permitir o lancamento da isca, já que não há uso da chumbada. A escolha da isca, vai de cada pescados, podendo ser a conhecida "porvinha" ou até mesmo spinners ou outra da prefencia (flyfishing). O trabalho da isca, vai ser de recolhimento, aí dependendo das ações dos peixes, continuo ou pausado.

O alvo vai variar, de acordo com o pesqueiro, mas adianto que pode ser indicado para lambaris e tilápias. Obviamente que, qualquer peixe pode entrar neste sistema.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Diferenciando Jundiá e Bagre...

Como diferenciar um jundiá de um bagre?
Bom, como são peixes da mesma família, com praticamente 100% de semelhança, um pequeno detalhe os distinguem: bagres tem o dorso mais claro, puxando para o amarelo e o jundiá, tem as costas mais escuras e alguns pontos escuros pelo corpo. Mas, indiferente de qual dos dois abocanhe a isca, o que é certo, é a emoção que estes peixes proporcionam. São muito fortes. Tamanha é minha admiração por este peixes, que nota-se pelo espaço que eles tem em minhas postagens.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Cruzando gerações!!!

Primeiro dia do ano de 2013 e tambem, a primeira pescaria do ano. Levei meu sobrinho, Vinicius, para me acompanhar. A pescaria em si, não foi la das mais produtivas, mas conseguimos capturar jundias e lambaris. Mas, o mais importante, é fazer com que as crianças tomem gosto pela pescaria e principalmente, pelo pesque e solte: onde meu sobrinho perguntou, quando relatei das pescarias e peixes que pegava e soltava: "Tio, por que vc solta os peixes?" e eu: "Pra gente poder voltar várias vezes aqui e poder pegar eles denovo e maoires"... O olhar dele, brilhava a cada ação e peixe fisgado.