quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Ainda vale a pena postar blogs em pleno 2025?

 Antes de retomar estas postagens, me perguntei: Será que vale a pena? Será que numa época que se tem uma quantidade imensa de vídeos e conteúdos curtos, alguem ainda lê postagens contendo algumas fotos e relatos sobre algo? Decidi que sim, vale a pena retomar as postagens, pois além de exercitar a escrita e a leitura, sei que estas aventuras estarão registradas em algum e, espero que quem venha ler, consiga a mesma sensação que eu tenho, de simular e transformar em imagens aquilo que escrevo.







Cavas de Pinhais: pescaria movimentada de acarás e tilapinhas rendali

 Uma pescaria que me surpreendeu pela quantidade de peixes capturados, mesmo que o tamanho dos exemplares fossem pequenos. 





Essa pescaria aconteceu em 05/12/2024, finzinho das minhas férias. Uma semana antes ja havia tentado uma pescaria no Parque das Águas, mas não foi muito bem sucedida (mas esta é uma outra história.

Foi uma pescaria de cerca de 5 horas e dessa vez usei apenas bichinho da laranja de isca, por vacilo esqueci do milho verde, o que poderia ter sido o diferencial para algum peixe maior. Enfim, com tres varinhas, teve momentos que era impossivel cuidar das tres e conseguir a fisgada, assim como haviam momentos em que nada acontecia. O que de fato chamou a atenção, foi a quantidade de peixes: pra mais de 20 acarás, 2 lambaris e 4 tiĺapias rendali, estas de "palminho". 











Este foi o fato que me deixou frustrado por não ter milho pra isca, pois uma ceva com milho atraíria alguma tilapona. As cavas do Parque das Aguas, sempre me proporcionam boas pescarias.

Rio Tumiri, pós-chuva: à procura de bagres

 Este relato é sobre uma aventura às margens do Rio Tumiri, antes do encontro com o Rio Palmital, realizada em 30/11/2024. Logo após uma chuva, a idéia era capturar alguns bagres.







 Pena que o volume de água e a correnteza, dificultaram um pouco, alem de errar e insistir num único poço. Mas pelo pouco tempo que estive no rio, consegui um jundiá bonito.



Como estava tendo problemas com enrosco, no primeiro poço, acabei optando por deixar a isca rodando num remanso que acabava caindo numa corredeira, onde fui surpeendido por uma puxada bruta e PAAAM, briga e logo o jundiázão, veio. Depois de algum tempo, poucas ações, mudei de ponto, mas tinha mais correnteza... Mudei mais uma vez, em um local que pesquei nas primeiras vezes neste rio, mas ele assoreou e dificultou um pouco acertar a altura da isca. 


Depois de algum tempo e pouquissimas ações, saiu um lambarizinho.


 Insisti até escurecer, o que foi um erro, pois com a lanterna do celular apenas, o caminho de volta foi bem complicado, mas no fim deu certo. Como sempre, pra mim, a quantidade de peixes não é o mais importante e sim, vivenciar estes momentos de aventura.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Acará graúdo no Bosque da Uva, Colombo

Dia 26/10/24, fui ao Bosque da Uva, em Colombo. Fazer uma pescaria com varinhas de mão, atrás de alguns peixinhos. O que chamou a atenção, foi o frio que fez naquela tarde. com relação ao peixes, foi uma pescaria



bem movimentada, com capturas de vários acarás, me surpreendi com um pequeno bagre capturado. Como a massinha de trigo tava sendo a isca com mais ação, resolvi usar somente esta. O problema é que os peixes roubavam facilmente e era uma ação atrás de outra. Numa tentativa com a minhoca, percebi uma esticada leve na linha de uma das varas, como pensei que poderia ser uma tiĺapia, chasqueei e PAAAAAMMMMM: O bicho pesou, rebojou e me surpreendi com o belo exemplar de acará, acho que se não foi o maior que fisguei, está entre os maiores...